A Meta anunciou que o Threads, sua plataforma lançada como alternativa ao Twitter, agora está disponível para todos os anunciantes em trinta mercados, incluindo os Estados Unidos. Desde seu lançamento em julho de 2023, o Threads começou a exibir anúncios em janeiro de 2024, inicialmente com algumas marcas nos EUA e Japão. O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, informou que a plataforma já tem 320 milhões de usuários mensais, com mais de um milhão de novos cadastros por dia. A Meta pretende usar os anúncios como uma nova fonte de receita, já que a maior parte de sua renda vem da publicidade. Os anunciantes poderão escolher se suas promoções aparecem ao lado de conteúdos que possam ser considerados ofensivos. A Meta planeja expandir os anúncios gradualmente, aprendendo com os testes realizados. A diretora financeira, Susan Li, comentou que não espera um aumento significativo na receita até 2025. Essa mudança acontece em um momento em que o desempenho do setor de anúncios da Meta é observado de perto, especialmente devido à instabilidade do mercado.
A Meta anunciou a abertura do Threads para todos os anunciantes globalmente, permitindo acesso a trinta mercados, incluindo os Estados Unidos. A plataforma, lançada em julho de 2023 como uma alternativa ao Twitter, começou a exibir anúncios em janeiro de 2024, inicialmente com algumas marcas nos EUA e Japão.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, destacou que o Threads já conta com 320 milhões de usuários mensais e tem registrado mais de um milhão de novos cadastros por dia. A expansão dos anúncios visa criar uma nova fonte de receita para a empresa, que depende fortemente da publicidade em suas plataformas.
Os anunciantes terão acesso a um filtro de inventário que determina se suas promoções aparecem ao lado de conteúdos potencialmente ofensivos. A Meta afirmou que os anúncios serão lançados em mercados selecionados inicialmente e se expandirão conforme a empresa continuar a testar e aprender com a plataforma.
A introdução de anúncios no Threads representa um passo importante para a Meta, que busca diversificar suas fontes de receita. Em janeiro, a diretora financeira da Meta, Susan Li, mencionou que a introdução de anúncios seria gradual e não esperava que isso gerasse um crescimento significativo na receita até 2025.
A movimentação ocorre em um momento em que Wall Street observa de perto o desempenho do setor de anúncios da Meta, especialmente em meio à volatilidade do mercado. A empresa, que controla também o Instagram e o Facebook, gera mais de noventa e oito por cento de sua receita por meio de anúncios.
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