O Grupo Voepass, que antes se chamava Passaredo, pediu recuperação judicial novamente em 22 de abril de 2025, em São Paulo, com uma dívida de R$ 209,2 milhões. A empresa culpa a Latam por sua crise financeira, alegando que decisões tomadas após um acidente aéreo em agosto de 2024, que matou 62 pessoas, prejudicaram suas operações. Além disso, a Anac suspendeu todos os voos da Voepass por tempo indeterminado, piorando a situação. O pedido de recuperação judicial visa reorganizar as finanças da companhia, que já tinha dívidas de R$ 400 milhões em uma recuperação anterior. Se aceito, todos os débitos serão congelados e negociados. O caso será analisado pela 8ª Vara Cível de Ribeirão Preto, e especialistas alertam que há risco de rejeição do pedido, já que a empresa não pode retomar suas operações. A Voepass, que tem mais de 25 anos de atuação e emprega 809 pessoas, enfrenta dificuldades financeiras agravadas pela pandemia e pela rescisão de um contrato com a Latam, que nega qualquer responsabilidade pela crise. A companhia opera com 11 aeronaves e atende mais de 16 destinos.
O Grupo Voepass, anteriormente conhecido como Passaredo, protocolou um novo pedido de recuperação judicial em 22 de abril de 2025, na cidade de São Paulo, com uma dívida de R$ 209,2 milhões. A companhia atribui sua crise financeira à Latam, que, segundo a Voepass, teria tomado decisões prejudiciais após um acidente aéreo em agosto de 2024, que resultou na morte de 62 pessoas.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu todos os voos da Voepass por tempo indeterminado, agravando ainda mais a situação da empresa. O novo pedido de recuperação judicial é uma tentativa de reorganizar suas finanças e fortalecer sua estrutura de capital. A Voepass informou que, se o pedido for aceito, todos os passivos serão congelados e negociados com um plano detalhado.
A companhia já havia buscado recuperação judicial anteriormente, acumulando dívidas de R$ 400 milhões. O novo pedido será analisado pela 8ª Vara Cível de Ribeirão Preto e pode influenciar como o Judiciário tratará casos semelhantes no futuro. Especialistas em direito empresarial alertam que há um risco elevado de rejeição do pedido, devido à impossibilidade de retomar as operações.
A Voepass, que opera há mais de 25 anos e emprega 809 pessoas, enfrenta dificuldades financeiras agravadas pela pandemia de covid-19 e pela suspensão de um contrato de parceria com a Latam. A companhia opera com uma frota de 11 aeronaves e atende mais de 16 destinos. A Latam, por sua vez, negou qualquer responsabilidade pela crise financeira da Voepass e afirmou que a rescisão do contrato foi motivada pela suspensão do Certificado de Operador Aéreo (COA) da Voepass.
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