O Banco da Inglaterra está preocupado com o impacto das tarifas comerciais dos Estados Unidos na economia do Reino Unido. O governador Andrew Bailey comentou que isso pode causar uma desaceleração no crescimento do país. O Fundo Monetário Internacional (FMI) também revisou sua previsão de crescimento para 2025, reduzindo-a de 1,6% para 1,1%, devido às tarifas, custos de empréstimos mais altos e aumento nos preços de energia. Apesar disso, Bailey acredita que o Reino Unido não está perto de uma recessão. As tarifas dos EUA incluem 25% sobre aço, alumínio e automóveis, além de 10% sobre outras exportações britânicas. Políticos britânicos esperam um acordo comercial com os EUA, com o vice-presidente J. D. Vance dizendo que há boas chances de um entendimento. O Banco da Inglaterra manteve a taxa de juros em 4,5% em março, mas o mercado espera uma redução para 4% até agosto, refletindo um crescimento mais fraco e inflação em desaceleração. A situação econômica continua a ser monitorada.
O Banco da Inglaterra está atento ao potencial choque de crescimento no Reino Unido devido às tarifas comerciais dos Estados Unidos, conforme afirmou o governador Andrew Bailey. Em entrevista à CNBC, ele destacou a preocupação com a desaceleração do comércio global e suas implicações para a economia britânica.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou sua previsão de crescimento para o Reino Unido em 2025, reduzindo-a de 1,6% para 1,1%. Essa alteração se deve ao impacto das tarifas impostas pelo ex-presidente dos EUA, Donald Trump, além de custos de empréstimos mais altos e aumento nos preços de energia. Apesar disso, Bailey não vê o país próximo de uma recessão.
Tarifas e negociações comerciais têm gerado incertezas. Os Estados Unidos aplicaram tarifas de 25% sobre aço, alumínio e automóveis, além de uma taxa de 10% sobre outras exportações britânicas. Políticos do Reino Unido esperam um acordo comercial com a Casa Branca, com o vice-presidente dos EUA, J. D. Vance, afirmando que há uma “boa chance” de um entendimento.
O Banco da Inglaterra manteve a taxa de juros em 4,5% na reunião de março, antes do anúncio das tarifas. O mercado agora prevê uma redução para 4% até agosto, refletindo um cenário de crescimento mais fraco e desaceleração da inflação. A situação econômica continua em evolução e será monitorada de perto.
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