A presidente do México, Claudia Sheinbaum, convidou o Brasil a se juntar à indústria aeroespacial do país. Durante uma coletiva de imprensa, ela ressaltou a importância do Brasil, que é uma potência na fabricação de aeronaves. Sheinbaum mencionou um acordo anterior com outros países da América Latina, mas agora quer que o Brasil faça parte da indústria aeroespacial mexicana. A Embraer, uma grande fabricante brasileira, se tornou membro da Federação da Indústria Aeroespacial do México, o que deve aumentar a cooperação entre os dois países. O presidente da Femia, Luis Lizcano, disse que a entrada da Embraer traz boas oportunidades para o desenvolvimento do setor no México, o que pode ajudar a fortalecer a colaboração e a inovação na indústria aeroespacial na região.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, convidou o Brasil a se tornar um parceiro estratégico na indústria aeroespacial. Durante a coletiva Mañanera del Pueblo, realizada nesta quinta-feira, 24, ela destacou a importância do Brasil, reconhecido como uma potência no setor de aeronaves.
Sheinbaum mencionou que, quando Marcelo Ebrard era chanceler, foi firmado um acordo com diversos países da América Latina para a criação de uma agência regional. Agora, a presidente deseja que o Brasil integre a indústria aeroespacial mexicana, que não participou do acordo anterior.
A adesão da Embraer à Federação da Indústria Aeroespacial do México (Femia) foi oficializada durante a feira Famex 2025. Essa filiação representa um passo significativo para ampliar a cooperação tecnológica e industrial entre Brasil e México. Com mais de 40 anos de atuação no mercado mexicano e uma frota superior a 100 aeronaves em operação, a Embraer se posiciona como um elemento crucial para fortalecer a presença brasileira na indústria aeroespacial da América Latina.
O presidente da Femia, Luis Lizcano, afirmou que a entrada da Embraer no grupo traz “importantes oportunidades de colaboração no desenvolvimento do setor no México”. A iniciativa promete não apenas fortalecer laços entre os dois países, mas também impulsionar inovações e avanços na indústria aeroespacial regional.
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