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Corinthians acumula dívida de R$ 2,5 bilhões e negocia pagamentos com credores

Corinthians enfrenta críticas após acordo de R$ 76,9 milhões em parcelas, enquanto busca quitação de R$ 367 milhões em dez anos.

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O Corinthians tem uma dívida total de R$ 2,5 bilhões em 2024. Parte dessa dívida está sendo negociada na Câmara Nacional de Resolução de Disputas e com a Caixa Econômica Federal, relacionada à Arena em Itaquera. O clube fez um acordo na CNRD para pagar R$ 76,9 milhões em 24 parcelas trimestrais, o que gerou descontentamento entre credores, como o Cuiabá, que criticou a forma de pagamento. O presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, disse que o parcelamento desrespeita acordos anteriores. O acordo permite que o Corinthians pague sem sofrer sanções esportivas, com a primeira parcela prevista para julho de 2025 e a última para abril de 2031. O maior credor é a Link Assessoria Esportiva e Propaganda, com uma dívida de R$ 18,7 milhões, enquanto o Cuiabá tem um crédito de R$ 18 milhões. Além disso, o Corinthians conseguiu aprovação no Tribunal de Justiça de São Paulo para um plano de quitação de R$ 367 milhões em dez anos, usando 4% das receitas do clube e prevendo a quitação de 60% da dívida no sexto ano. Com a homologação do plano, ações contra o clube ficam suspensas. O Corinthians, que teve um faturamento recorde de R$ 1,1 bilhão, enfrenta dificuldades financeiras devido a bloqueios judiciais. A maior parte da dívida é relacionada ao financiamento da Arena, que deve R$ 668 milhões à Caixa. O clube também fez um Protocolo de Intenções com a Gaviões da Fiel para arrecadar fundos e já conseguiu R$ 40 milhões para ajudar a quitar a dívida do estádio.

O Corinthians enfrenta uma dívida bruta de R$ 2,5 bilhões em 2024, conforme demonstrativo financeiro do clube. Parte dessa dívida está sendo negociada na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) e com a Caixa Econômica Federal, relacionada à Arena em Itaquera.

Recentemente, o clube firmou um acordo na CNRD para pagar R$ 76,9 milhões em 24 parcelas trimestrais. Essa decisão gerou descontentamento entre credores, como o Cuiabá, que critica a forma de pagamento. O presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, expressou sua insatisfação, afirmando que o parcelamento desrespeita acordos anteriores.

O acordo na CNRD permite que o Corinthians pague o valor sem sofrer sanções desportivas. A primeira parcela está prevista para 17 de julho de 2025, e a última para 17 de abril de 2031. O maior credor é a Link Assessoria Esportiva e Propaganda, com uma dívida de R$ 18,7 milhões. O Cuiabá, por sua vez, possui um crédito de R$ 18 milhões.

Acordo no Tribunal de Justiça

Em paralelo, o Corinthians obteve aprovação no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) para um plano de quitação de R$ 367 milhões em dez anos. Esse plano utiliza 4% das receitas recorrentes do clube e prevê a quitação de 60% da dívida no sexto ano. As dívidas serão corrigidas pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPCA).

Com a homologação do plano, ações e execuções contra o Corinthians ficam suspensas. O clube, que registrou um faturamento recorde de R$ 1,1 bilhão, enfrenta dificuldades financeiras devido a bloqueios judiciais frequentes. A maior parte da dívida está relacionada ao financiamento da Arena, que deve cerca de R$ 668 milhões à Caixa Econômica Federal.

O Corinthians também firmou um Protocolo de Intenções com a Gaviões da Fiel para arrecadar fundos para quitar a dívida do estádio, já tendo arrecadado R$ 40 milhões até o momento.

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