As enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul há um ano afetaram muito o setor de seguros. A corretora Marsh Brasil viu um aumento de 20% na procura por apólices paramétricas, que protegem contra riscos climáticos. Isso mostra que as empresas estão mais conscientes da necessidade de se protegerem contra eventos climáticos extremos. Essas apólices levam em conta fatores como a quantidade de chuva e a temperatura para calcular a cobertura, e a indenização depende de quantos dias a empresa ficou parada. Os setores que mais buscam essa proteção são o agronegócio, a geração de energia elétrica e a indústria de recursos naturais. Ângela Lacerda, da Marsh Brasil, comentou que essa tendência mostra como é importante ter proteção contra as mudanças climáticas. As empresas estão procurando maneiras eficazes de lidar com esses riscos.
As enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul há um ano deixaram um impacto significativo no setor de seguros. A demanda por apólices paramétricas, que oferecem proteção contra riscos climáticos, aumentou em 20% na corretora Marsh Brasil. Esse crescimento reflete a crescente conscientização das empresas sobre a necessidade de se protegerem contra eventos climáticos extremos.
As apólices paramétricas consideram fatores climáticos, como volume de chuvas e temperaturas, para determinar a cobertura. A indenização é calculada com base nos parâmetros e no número de dias em que a operação da empresa foi afetada. Os setores que mais buscam essa proteção incluem agronegócio, geração de energia elétrica e indústria de recursos naturais.
Ângela Lacerda, superintendente de seguro de crédito, garantia e paramétrico da Marsh Brasil, destacou que a tendência demonstra a importância crescente da proteção contra as mudanças climáticas. As empresas estão cada vez mais em busca de soluções eficazes para mitigar os riscos associados a esses eventos.
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