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Guerra comercial pressiona preços do petróleo e afeta petroleiras brasileiras em abril

Guerra comercial EUA-China pressiona petróleo; JPMorgan e Bradesco ajustam previsões, destacando oportunidades em Petrobras e PRIO.

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A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China está fazendo os preços do petróleo caírem, com o barril sendo negociado abaixo de 70 dólares. A Opep+ está pensando em aumentar a produção por causa da baixa demanda. O banco JPMorgan prevê que os preços do petróleo vão cair ainda mais, ajustando suas previsões para 66 dólares em 2025 e 58 dólares em 2026. Eles também reduziram os preços-alvo para ações de empresas como Petrobras e PRIO, que agora são vistas como boas oportunidades de investimento. O Bradesco BBI retirou a expectativa de dividendos extraordinários para a Petrobras e diminuiu suas previsões para o preço do Brent. A PRIO, apesar de enfrentar dificuldades regulatórias, espera aumentar sua produção para 170 mil barris por dia até 2027, o que representa um crescimento de mais de 50% no Ebitda. A análise do Nord considera a PRIO uma das empresas mais fortes do setor, com custos de produção baixos e um novo campo, Wahoo, que deve adicionar 40 mil barris por dia. O aumento da produção pela Opep+ e a incerteza na demanda estão pressionando os preços do petróleo, e os analistas recomendam cautela ao investir, mas veem potencial em empresas com fluxo de caixa positivo, como Petrobras e PRIO.

A guerra comercial entre Estados Unidos e China continua a impactar os preços do petróleo, que estão abaixo de US$ 70. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) está considerando aumentar a produção devido à demanda fraca.

O JPMorgan prevê uma queda nos preços do petróleo, ajustando suas estimativas para uma média de US$ 66 por barril em 2025 e US$ 58 em 2026. O banco reduziu os preços-alvo para empresas do setor, incluindo Petrobras e PRIO, que agora são vistas como oportunidades de investimento. A Petrobras tem preço-alvo de R$ 43,50 e a PRIO de R$ 50.

O Bradesco BBI também ajustou suas previsões, removendo a expectativa de dividendos extraordinários para a Petrobras e reduzindo as estimativas para o Brent. A PRIO, apesar de enfrentar desafios regulatórios, projeta um crescimento significativo na produção, alcançando 170 mil barris por dia até 2027, um aumento de mais de 50% no Ebitda.

A análise do Nord destaca a PRIO como uma das petroleiras mais sólidas, com um custo de produção baixo. A empresa deve iniciar a produção no campo de Wahoo, adicionando 40 mil barris por dia. O cenário atual, com a Opep+ aumentando a produção e a demanda incerta, pressiona os preços da commodity.

Os analistas recomendam cautela ao investir em ações do setor, mas veem potencial em empresas com fluxo de caixa livre positivo, como Petrobras e PRIO.

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