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Hypera Pharma registra prejuízo de R$ 140 milhões no primeiro trimestre de 2025

Hypera Pharma enfrenta prejuízo de R$ 138,8 milhões no 1T25, mas registra fluxo de caixa operacional recorde de R$ 570 milhões.

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A Hypera Pharma teve um prejuízo de R$ 138,8 milhões no primeiro trimestre de 2025, revertendo o lucro de R$ 392,2 milhões do mesmo período do ano passado. O EBITDA ficou negativo em R$ 148,5 milhões, enquanto a receita caiu 40,8%, totalizando R$ 1,08 bilhão. A empresa explicou que esses resultados se devem a um processo de otimização de capital de giro, que incluiu a redução de estoques. Apesar do desempenho ruim, o fluxo de caixa operacional foi de R$ 570 milhões, o maior para um primeiro trimestre na história da empresa. O resultado financeiro também foi negativo, somando R$ 195,2 milhões, mas melhorou em 10,4% em relação ao ano anterior. As vendas ao consumidor final cresceram 6,9%, com aumento de 20,6% nas vendas ao mercado institucional. Analistas do JPMorgan esperavam esses resultados fracos e mantiveram a recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 28. O Bradesco BBI e o Goldman Sachs mantiveram recomendações neutras, com preço-alvo de R$ 22. A Hypera continua focada em gerar caixa e espera concluir suas iniciativas de otimização no início do segundo trimestre de 2025. A dívida líquida da empresa foi de R$ 7,493 bilhões no final de março, ligeiramente abaixo dos R$ 7,501 bilhões do final de 2024.

A Hypera Pharma (HYPE3) registrou um prejuízo líquido de R$ 138,8 milhões no primeiro trimestre de 2025, revertendo o lucro de R$ 392,2 milhões do mesmo período de 2024. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou negativo em R$ 148,5 milhões, comparado a um resultado positivo de R$ 647,8 milhões no ano anterior.

A empresa atribui o resultado negativo a um processo de otimização de capital de giro, que incluiu a redução de estoques e uma alteração no mix de produtos vendidos. A receita líquida caiu 40,8%, totalizando R$ 1,08 bilhão. Apesar do desempenho fraco, o fluxo de caixa operacional alcançou R$ 570 milhões, o maior para um primeiro trimestre na história da companhia.

O resultado financeiro também foi negativo, totalizando R$ 195,2 milhões, embora tenha melhorado em 10,4% em relação ao ano anterior, devido a variações cambiais. O crescimento das vendas ao consumidor final foi de 6,9%, impulsionado por um aumento de 20,6% nas vendas ao mercado institucional e de 6% no varejo farmacêutico.

Analistas do JPMorgan destacam que os resultados fracos eram esperados, considerando o ajuste em andamento nos estoques e a estratégia de otimização do capital de giro. A recomendação do banco é de Overweight, com preço-alvo de R$ 28. O Bradesco BBI manteve a recomendação neutra, enquanto o Goldman Sachs reiterou a mesma posição, com preço-alvo de R$ 22.

A Hypera continua a focar na geração de caixa, com a expectativa de que as iniciativas de otimização sejam concluídas no início do segundo trimestre de 2025. A empresa encerrou março com uma dívida líquida de R$ 7,493 bilhões, ligeiramente inferior aos R$ 7,501 bilhões do final de 2024.

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