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Ibovespa Smart High Beta se destaca com alta de 11% em março e atrai investidores

ETF HIGH11 se destaca com alta de 11% em março, enquanto FIND11 lidera o trimestre com 16,41%. Conheça os detalhes e cotistas.

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O Ibovespa Smart High Beta, que acompanha ativos que mudam com o mercado, teve um bom desempenho em março. O ETF HIGH11, que segue esse índice, subiu mais de 11% e foi o terceiro ETF que mais cresceu no primeiro trimestre de 2025. O FIND11 foi o líder, com alta de 16,41%. Os ETFs são fundos que replicam índices e são negociados como ações, permitindo que as pessoas diversifiquem seus investimentos. O HIGH11 tinha 2,96 mil cotistas em março, mas não é muito popular, enquanto o IVVB11, que segue o S&P 500, tem 175 mil investidores. O FIND11, gerido pela Itaú Asset Management, teve um patrimônio líquido de R$ 227,3 milhões, com apenas 979 cotistas, e suas empresas são consideradas sólidas em tempos de crise. Outro ETF que se destacou foi o CORN11, que acompanha o milho e teve um bom desempenho, com 1,82 mil investidores e um patrimônio de R$ 34,8 milhões. Esses dados mostram como os investidores buscam segurança e retorno em momentos de incerteza.

O Ibovespa Smart High Beta (IBHB), índice que monitora ativos sensíveis às oscilações do mercado, teve um desempenho notável em março. O ETF HIGH11, que replica esse índice, valorizou-se em mais de 11% no mês, posicionando-se como o terceiro ETF com maior alta no primeiro trimestre de 2025. O FIND11 liderou a lista com uma alta de 16,41%.

Os Exchange Traded Funds (ETFs) são fundos de gestão passiva que replicam índices de ações, commodities ou renda fixa. Eles são negociados como ações e oferecem uma forma acessível de diversificação de investimentos. O HIGH11, apesar de ter 2,96 mil cotistas em março, não é um dos ETFs mais populares. Em comparação, o IVVB11, que segue o índice S&P 500, possui 175 mil investidores.

O FIND11, gerido pela Itaú Asset Management, destacou-se no primeiro trimestre com um patrimônio líquido de R$ 227,3 milhões, embora contasse com apenas 979 cotistas. As empresas do setor financeiro, que compõem o índice do FIND11, são vistas como sólidas e menos voláteis em períodos de incerteza econômica.

Outro ETF que se destacou foi o CORN11, que acompanha o índice futuro de milho da B3. Com 1,82 mil investidores e um patrimônio líquido de R$ 34,8 milhões, o CORN11 também teve um desempenho positivo no trimestre. Esses dados refletem a dinâmica do mercado e a busca dos investidores por opções que ofereçam segurança e retorno em tempos de volatilidade.

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