A taxa de vacância dos escritórios no Rio de Janeiro caiu para 24% no primeiro trimestre de 2025, mostrando uma recuperação no mercado. Essa queda aconteceu porque não houve novos lançamentos e a demanda aumentou, especialmente do setor público. A consultoria Colliers informou que a taxa diminuiu de 25% para 24%, enquanto a JLL a estima em 29,4%, a menor em dez anos. Em comparação, no final de 2021, a taxa era de 38,1%. O Centro da cidade, apesar de ter perdido 70% da área para inquilinos, teve o maior volume de locações, com 8,5 mil metros quadrados alugados. A Cidade Nova também se destacou, com um saldo positivo de 4,3 mil metros quadrados. Paula Casarini, da Colliers, comentou que a recuperação do Centro era esperada devido à baixa oferta em outras áreas. No último ano, sete edifícios não tinham mais espaços disponíveis acima de 10 mil metros quadrados, mostrando a falta de opções para grandes empresas. Na Orla, que inclui Flamengo, Botafogo e Glória, a taxa de vacância caiu para menos de 7%, com um saldo positivo de 860 metros quadrados. Na Barra da Tijuca, o saldo foi de 1,9 mil metros quadrados. O setor público foi responsável por 74% das locações no mercado corporativo de alto padrão, com o Governo do Estado fazendo a maior locação do ano: 16,8 mil metros quadrados no Presidente Business Center, na Cidade Nova.
A taxa de vacância nos escritórios do Rio de Janeiro caiu para 24% no primeiro trimestre de 2025, refletindo uma recuperação no mercado. A redução se deve à ausência de novos lançamentos e ao aumento da demanda, especialmente por parte do setor público.
De acordo com a consultoria Colliers, a taxa de vacância diminuiu de 25% para 24%. A JLL, outra consultoria, estima a taxa em 29,4%, a menor em uma década. Em contraste, no final de 2021, a taxa era de 38,1%. O Centro, embora tenha registrado 70% da área devolvida por inquilinos, também teve o maior volume de locações, com 8,5 mil metros quadrados alugados.
Regiões em Destaque
A Cidade Nova, próxima ao Centro, apresentou um saldo positivo de 4,3 mil metros quadrados. Paula Casarini, CEO da Colliers, destacou que a recuperação do Centro era esperada devido à baixa oferta em outras áreas. A infraestrutura e a qualidade dos imóveis tornam a região uma escolha atrativa.
No último ano, sete edifícios no Rio não têm mais disponibilidade acima de 10 mil metros quadrados, indicando a escassez de espaços para grandes empresas. O Centro ainda possui 14 prédios com lajes disponíveis nesse padrão.
Setor Público em Alta
Na Orla, que inclui Flamengo, Botafogo e Glória, o saldo positivo nas locações foi de 860 metros quadrados, reduzindo a taxa de vacância para menos de 7%. Na Barra da Tijuca, o saldo foi de 1,9 mil metros quadrados. O setor público foi responsável por 74% das absorções no mercado corporativo de alto padrão no trimestre, com o Governo do Estado realizando a maior locação do ano: 16,8 mil metros quadrados no Presidente Business Center, na Cidade Nova.
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