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Taxas de títulos públicos no Brasil caem com recuperação da Bolsa e dólar em baixa

Taxas de títulos públicos brasileiros caem, com destaque para o Tesouro Prefixado 2028 a 13,49% ao ano; FMI projeta aumento da dívida pública.

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As taxas dos títulos públicos brasileiros caíram nesta quinta-feira, com o Tesouro Prefixado 2028 pagando 13,49% ao ano, o menor valor desde 2025. O dólar também recuou, sendo negociado abaixo de R$ 5,70, em meio a uma aversão global à moeda americana. Essa queda nas taxas é impulsionada pela recuperação da Bolsa brasileira e pelo aumento de investimentos estrangeiros no país. O título com vencimento em 2032 também teve uma queda significativa, com a remuneração caindo para 14,14%, comparado a quase 15% no início de abril. Apesar da queda nas taxas prefixadas, os títulos atrelados à inflação, como os do Tesouro IPCA+, ainda oferecem remunerações acima de 7% ao ano. O FMI expressou preocupações sobre a situação fiscal do Brasil, prevendo que a dívida pública em relação ao PIB aumentará de 87,3% em 2024 para 92,0% neste ano, o que pode afetar a percepção dos investidores sobre os títulos públicos.

As taxas dos títulos públicos brasileiros apresentam queda nesta quinta-feira (24), em meio a um cenário de volatilidade nos mercados globais. O Tesouro Prefixado 2028 agora paga 13,49% ao ano, o menor nível desde 2025. O dólar também recua, sendo negociado abaixo de R$ 5,70, refletindo a aversão global à moeda americana.

A diminuição nas taxas dos títulos é impulsionada pela recuperação da Bolsa brasileira e pelo aumento do fluxo de investimentos estrangeiros em ativos locais. O título com vencimento em 2032 também registra queda significativa, com a remuneração caindo para 14,14% ao ano, comparado a quase 15% no início de abril.

Cenário Econômico

As incertezas sobre as políticas tarifárias dos Estados Unidos, especialmente sob a administração de Donald Trump, têm gerado desconfiança nos mercados. Isso leva investidores a buscarem alternativas ao dólar, favorecendo o real e os títulos públicos brasileiros. A expectativa de estabilização do crescimento econômico no Brasil também contribui para essa tendência, facilitando o trabalho do Banco Central no controle da inflação.

O economista sênior do Deutsche Bank, Drausio Giacomelli, afirma que, com o aumento dos riscos de desaceleração global, o Comitê de Política Monetária (Copom) pode considerar um aumento de 50 pontos-base na taxa Selic, encerrando o ciclo de alta.

Perspectivas Fiscais

Apesar da queda nas taxas dos títulos prefixados, os títulos atrelados à inflação, como os do Tesouro IPCA+, apresentam comportamento distinto. A remuneração desses papéis está em queda, mas ainda supera 7% ao ano. O título com vencimento em 2029 paga 7,58%, enquanto o de 2040 oferece 7,48%.

Na quarta-feira (23), o Fundo Monetário Internacional (FMI) expressou preocupações sobre a situação fiscal brasileira, prevendo que a dívida pública em relação ao PIB aumentará de 87,3% em 2024 para 92,0% neste ano. A instabilidade fiscal pode impactar a percepção dos investidores sobre os títulos públicos, que continuam a ser monitorados de perto.

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