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Governo retoma cobranças de dívidas de empréstimos estudantis a partir de maio

### Linha fina: Governo dos EUA retoma cobrança de empréstimos estudantis, afetando milhões; saiba como evitar consequências financeiras severas.

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O Departamento de Educação dos EUA vai reiniciar a cobrança de empréstimos estudantis a partir de 5 de maio, afetando até 10 milhões de pessoas que estão em atraso. Essa cobrança estava suspensa há cinco anos por causa da pandemia. A secretária de Educação, Linda McMahon, disse que os contribuintes não devem arcar com dívidas de empréstimos irresponsáveis. As cobranças podem incluir penhoras salariais e apreensão de benefícios, como aposentadorias. Atualmente, a dívida total de educação é de mais de 1,6 trilhões de dólares, com mais de 42 milhões de americanos com empréstimos. Os mutuários que não pagarem ou não fizerem acordos em 270 dias serão considerados em default. Especialistas alertam que os mutuários devem procurar opções para evitar a inadimplência, como planos de pagamento baseados na renda. Caso haja cobrança de salários ou benefícios, os mutuários serão avisados com antecedência. A diretora de um programa de assistência ao consumidor expressou preocupação com a redução de benefícios, que pode afetar necessidades básicas. É recomendado que os mutuários solicitem um adiamento retroativo para cobrir pagamentos atrasados.

O Departamento de Educação dos Estados Unidos anunciou que a coleta involuntária de empréstimos estudantis será reiniciada em 5 de maio. Essa medida afetará até 10 milhões de mutuários que estão em default. A suspensão das cobranças, que durou cinco anos devido à pandemia de Covid-19, foi uma tentativa do governo de aliviar a pressão financeira sobre os mutuários.

A secretária de Educação, Linda McMahon, afirmou que “os contribuintes americanos não devem mais servir como garantia para políticas irresponsáveis de empréstimos estudantis”. A retomada das cobranças inclui penhoras salariais e apreensão de benefícios, como aposentadorias e auxílios sociais. Atualmente, a dívida federal de educação ultrapassa R$ 1,6 trilhões, com mais de 42 milhões de americanos com empréstimos.

Os mutuários que não realizarem pagamentos ou não firmarem acordos de adiamento por 270 dias serão considerados em default. Estima-se que pelo menos 5 milhões de mutuários estejam nessa situação, com outros 4 milhões em atraso avançado. A partir de agora, o governo poderá interceptar reembolsos de impostos e benefícios sociais, além de poder processar mutuários por meio do Departamento de Justiça.

Consequências para os mutuários

Os mutuários em default receberão um aviso por e-mail nas próximas semanas sobre a nova política. Especialistas recomendam que os mutuários busquem alternativas para evitar a inadimplência, como planos de pagamento baseados na renda ou reabilitação de empréstimos. Caso a cobrança de salários ou benefícios sociais ocorra, o governo deve notificar os mutuários com 30 dias de antecedência para salários e 65 dias para benefícios.

A diretora do Programa de Assistência ao Consumidor de Dívida Educacional, Carolina Rodriguez, expressou preocupação com os impactos nas aposentadorias. A redução de até 15% dos benefícios pode comprometer a capacidade de cobrir necessidades básicas, como alimentação e transporte. A recomendação é que os mutuários solicitem uma forbearance retroativa para cobrir pagamentos em atraso e uma temporária até que consigam se inscrever em um plano de pagamento adequado.

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