A taxa de inadimplência no pagamento de aluguéis caiu para 3,09% em março de 2025, o menor índice desde junho de 2023. Essa queda foi de 0,08 ponto percentual em relação a fevereiro e de 0,67 ponto na comparação com março de 2024. O diretor da Superlógica, Manoel Gonçalves, comentou que esse resultado mostra que muitas famílias estão conseguindo se organizar financeiramente, apesar das dificuldades econômicas. No entanto, ele alertou sobre a possibilidade de aumento na inflação e nos juros. A região Norte tem a maior taxa de inadimplência, com 4,90%, mas também registrou a maior queda. O Nordeste vem em seguida, com 4,51%. As regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul têm taxas abaixo da média nacional. Nos imóveis, os aluguéis acima de R$ 13 mil têm a maior inadimplência, de 5,90%, enquanto os aluguéis entre R$ 2 mil e R$ 5 mil têm a menor, de 1,74%. A inadimplência caiu em todos os tipos de imóveis, com apartamentos, casas e imóveis comerciais apresentando reduções.
A taxa de inadimplência no pagamento de aluguéis caiu para 3,09% em março de 2025, o menor índice desde junho de 2023. O recuo foi de 0,08 ponto percentual em relação a fevereiro e de 0,67 ponto na comparação com março de 2024, quando a taxa era de 3,76%. Os dados são do Índice de Inadimplência Locatícia (IIL), da Superlógica.
Manoel Gonçalves, diretor de negócios para imobiliárias da Superlógica, afirmou que o resultado positivo reflete o esforço das famílias em manter as contas em dia, mesmo diante de um cenário econômico desafiador. “Muitos brasileiros têm conseguido se organizar financeiramente”, destacou. Contudo, ele alertou para a necessidade de atenção devido à perspectiva de alta na inflação e nos juros.
Desempenho Regional
No ranking de inadimplência, a região Norte lidera com 4,90%, mas registrou a maior queda, de 1,06 ponto percentual em relação a fevereiro. O Nordeste segue em segundo lugar, com 4,51%, também em queda. As regiões Centro-Oeste (3,23%), Sudeste (2,88%) e Sul (2,43%) apresentam taxas abaixo da média nacional.
Tipos de Imóveis
Nos imóveis residenciais, os contratos com aluguéis acima de R$ 13 mil têm a maior taxa de inadimplência, atingindo 5,90%. Em contrapartida, imóveis com aluguéis entre R$ 2 mil e R$ 5 mil apresentam a menor taxa, de 1,74%. A redução da inadimplência foi observada em todos os tipos de imóveis: apartamentos caíram de 2,23% para 2,10%, casas de 3,64% para 3,44% e imóveis comerciais de 4,49% para 4,12%.
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