O governo de Donald Trump anunciou uma nova estratégia para negociações comerciais com dezoito países nos próximos dois meses. As conversas vão acontecer em ciclos de três semanas, com seis países discutindo questões comerciais a cada semana. O objetivo é chegar a acordos até 8 de julho, caso contrário, tarifas recíprocas serão aplicadas. A China, que já enfrenta tarifas altas, nega que haja negociações significativas em andamento, enquanto a União Europeia e o Reino Unido estão definindo suas próprias condições. A UE não aceitará mudanças em seu sistema de impostos ou subsídios agrícolas, e o Reino Unido se opõe a alterações em normas de segurança alimentar e automotiva.
O governo de Donald Trump anunciou uma nova estratégia para negociações comerciais com dezoito países nos próximos dois meses. A abordagem, desenvolvida pelo escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), visa revisar tarifas e acordos existentes, com um foco especial em tarifas recíprocas.
As negociações ocorrerão em ciclos de três semanas, com seis países discutindo questões comerciais a cada semana. O prazo para alcançar acordos é 8 de julho. Caso não haja consenso até essa data, tarifas recíprocas serão aplicadas, a menos que Trump decida prorrogar a pausa de noventa dias, o que ele considera improvável.
A porta-voz do USTR afirmou que a equipe está avançando rapidamente com parceiros comerciais dispostos. Trump declarou que espera fechar acordos comerciais e que os objetivos dos Estados Unidos estão claros para os países envolvidos.
A China, que já enfrenta tarifas adicionais de 145%, nega que haja negociações substanciais em andamento. O presidente dos Estados Unidos afirmou manter contato diário com Pequim, mas as autoridades chinesas não confirmaram discussões significativas.
Enquanto isso, a União Europeia e o Reino Unido buscam estabelecer suas próprias condições para as negociações. A UE deixou claro que não aceitará mudanças em seu sistema de imposto sobre valor agregado ou subsídios agrícolas, enquanto o Reino Unido se opõe a alterações em suas normas de segurança alimentar e automotiva.
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