O Chile está otimista após conversas comerciais com os Estados Unidos, segundo o ministro da Fazenda, Mario Marcel. Ele se reuniu com o secretário-adjunto do Tesouro americano em Washington e notou que há interesses comuns entre os dois países, mas também expressou preocupações sobre o crescimento econômico e a inflação. Marcel mencionou que as tarifas do ex-presidente Donald Trump afetaram as exportações chilenas, especialmente de frutas e peixes, e que há uma investigação sobre tarifas sobre o cobre, que é o principal produto de exportação do Chile. O governo chileno, liderado por Gabriel Boric, quer manter o diálogo com os EUA e fortalecer laços com outros países, como a China. O Chile tem acordos de livre comércio com os EUA desde 2004 e com a China desde 2006. Marcel destacou que o país não está negociando investimentos, mas sim buscando novos acordos de livre comércio. Ele também comentou que os investimentos na indústria de lítio estão se diversificando. Recentemente, as autoridades chilenas se encontraram com o representante de Comércio dos EUA e concordaram em um novo encontro para discutir segurança econômica. O governo chileno espera um crescimento do PIB de 2,5% para este ano, mas a inflação anual está em 4,9%, acima da meta de 3%.
O Chile demonstra otimismo cauteloso após negociações comerciais com os Estados Unidos, conforme afirmou o ministro da Fazenda, Mario Marcel. A declaração ocorreu após uma reunião com o secretário-adjunto do Tesouro americano, Michael Faulkender, em Washington. Marcel destacou a convergência de interesses entre os dois países, mas expressou preocupação com o crescimento econômico e a inflação.
Marcel, que lidera a economia chilena em um cenário de tensões comerciais globais, mencionou que as tarifas impostas pelo ex-presidente Donald Trump impactaram as exportações chilenas, especialmente de frutas e peixes. Além disso, uma investigação sobre tarifas sobre o cobre, principal produto de exportação do Chile, está em andamento. O governo do presidente Gabriel Boric busca manter o diálogo com os EUA enquanto fortalece laços comerciais com outros países, como a China.
O Chile possui acordos de livre comércio com os EUA desde dois mil e quatro e com a China desde dois mil e seis. Marcel enfatizou que o país não negocia investimentos, mas busca firmar acordos de livre comércio. Ele também mencionou que os investimentos na indústria de lítio estão se diversificando, com a China não sendo o único investidor.
As autoridades chilenas se reuniram recentemente com o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, e concordaram em um novo encontro para discutir segurança econômica e barreiras não tarifárias. Marcel observou uma preocupação crescente com a turbulência atual, que pode alterar a ordem internacional do comércio. O governo chileno projeta um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,5% para este ano, embora a inflação anual permaneça em 4,9%, acima da meta de 3%.
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