O presidente do Chile, Gabriel Boric, anunciou a compra de carne suína do Paraná durante sua visita a Brasília. O Paraná foi reconhecido como uma área livre de febre aftosa e peste suína clássica, o que facilitou essa negociação. O anúncio foi feito em conjunto com o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva. O Paraná é o segundo maior produtor de suínos do Brasil, com 12,4 milhões de porcos abatidos em 2024. O Chile, que é o quinto maior importador de carne suína brasileira, comprou 24.500 toneladas no primeiro trimestre deste ano, gerando R$ 59,1 milhões em receita. Essa parceria busca fortalecer as relações comerciais e diplomáticas entre os dois países, além de ajudar o Chile a diversificar suas importações e garantir segurança alimentar. O governador do Paraná, Ratinho Júnior, também se beneficiará com essa nova oportunidade de comércio, que pode aumentar ainda mais a cooperação entre Brasil e Chile em outras áreas.
O presidente do Chile, Gabriel Boric, anunciou a compra de carne suína do Paraná durante sua visita a Brasília. O reconhecimento oficial do Paraná como zona livre de febre aftosa sem vacinação e de peste suína clássica foi um passo crucial para abrir o mercado entre os dois países.
O anúncio foi feito em uma declaração conjunta entre Boric e o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. O Paraná, que é o segundo maior produtor de suínos do Brasil, abateu 12,4 milhões de porcos em 2024. O Chile, por sua vez, é o quinto principal importador de carne suína brasileira, tendo adquirido 24.500 toneladas apenas no primeiro trimestre deste ano, gerando uma receita de R$ 59,1 milhões.
A parceria comercial entre os dois países visa fortalecer laços diplomáticos e econômicos na América Latina. A compra de carne suína é um reflexo do interesse do Chile em diversificar suas fontes de importação e garantir a segurança alimentar. O governador do Paraná, Ratinho Júnior, potencial adversário de Lula nas eleições de 2026, também se beneficiará com essa nova oportunidade de comércio.
Esse acordo pode impulsionar ainda mais as relações comerciais entre Brasil e Chile, promovendo um intercâmbio que favorece ambos os lados. A expectativa é que a cooperação se amplie em outras áreas, contribuindo para o desenvolvimento econômico regional.
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