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Enel investe R$ 24 bilhões em resiliência e digitalização para renovar concessões no Brasil

Enel Brasil investirá R$ 24 bilhões até 2027 em modernização e resiliência da rede elétrica, após críticas por apagões.

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A Enel Brasil, agora liderada por Antonio Scala, anunciou um investimento de 24 bilhões de reais até 2027 para modernizar sua rede elétrica e torná-la mais resistente. A empresa tem enfrentado críticas por apagões frequentes, especialmente após chuvas fortes, e está buscando renovar suas concessões em São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará. Scala, que assumiu a presidência no final de 2023, destacou que 10 bilhões de reais serão destinados a São Paulo, igualando o que foi investido nos últimos sete anos. Ele afirmou que a modernização da rede é essencial para atender a demanda futura, já que a resiliência não era uma prioridade anteriormente. A Enel também pediu a renovação de seus contratos e lançou uma nova marca. Apesar disso, a empresa ocupa a 21ª posição no ranking de continuidade de fornecimento de energia da Aneel, empatada com outras distribuidoras. Para melhorar o atendimento, a Enel planeja aumentar seu quadro de funcionários e melhorar os serviços emergenciais, já que as ocorrências aumentaram 35% no último verão devido a eventos climáticos. O tempo de atendimento emergencial em São Paulo melhorou em 50%. A empresa está implementando um regime de sobreaviso para agilizar a mobilização de equipes em situações extremas e planeja contratar cinco mil eletricistas até o final do ano, com dois mil já contratados. Um projeto piloto em São Paulo também está utilizando motoeletricistas para acelerar a resposta a problemas.

A Enel Brasil, sob a liderança do novo presidente Antonio Scala, anunciou um investimento de R$ 24 bilhões até 2027 para modernizar e aumentar a resiliência de sua rede elétrica. A empresa enfrenta críticas por apagões frequentes, especialmente após fortes chuvas, e busca renovar suas concessões em São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará.

Scala, que assumiu o cargo no final de 2023, destacou que as mudanças climáticas exigem um novo patamar de investimento e mobilização no setor elétrico. Ele afirmou que R$ 10 bilhões serão direcionados a São Paulo, igualando o investimento dos últimos sete anos. O presidente enfatizou que a resiliência da rede não era uma prioridade no marco regulatório anterior e que a modernização é essencial para atender a demanda futura.

Recentemente, a Enel solicitou a renovação de seus contratos de concessão e lançou uma nova marca, incorporando elementos da bandeira brasileira. Apesar disso, a empresa enfrenta desafios, como a 21ª posição no ranking de continuidade de fornecimento de energia da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), empatada com a Light e a Equatorial Piauí. As distribuidoras no Ceará e no Rio de Janeiro também caíram em suas classificações.

Aumento no quadro de funcionários e melhorias nos serviços emergenciais são parte das iniciativas para melhorar o desempenho. Scala mencionou que, no último verão, houve um aumento de 35% nas ocorrências devido a eventos climáticos severos. No entanto, o tempo médio de atendimento emergencial em São Paulo melhorou em 50%.

A Enel também está implementando um regime de sobreaviso contratual para agilizar a mobilização de equipes em situações extremas. A companhia planeja contratar cinco mil eletricistas até o fim do ano, com dois mil já incorporados. Além disso, um projeto piloto em São Paulo utiliza motoeletricistas para acelerar a resposta a problemas.

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