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Cresce o número de cancelamentos de compras de imóveis nos Estados Unidos

Mais de 14% dos contratos de compra de imóveis nos EUA foram cancelados, o maior índice desde 2020, refletindo incertezas econômicas.

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O mercado imobiliário dos Estados Unidos está passando por um momento difícil, com mais de 14% dos contratos de compra de imóveis sendo cancelados, o maior índice desde 2020. Isso acontece por causa da incerteza econômica e do aumento das taxas de juros de hipotecas, que fazem os compradores desistirem. Um corretor de imóveis em Los Angeles, Scott Price, contou que um cliente cancelou a compra de uma casa dois dias antes do fechamento, preocupado com demissões na empresa. Entre março e abril de 2025, as vendas de casas usadas caíram 5,9%, o pior resultado desde 2009. Os compradores estão cautelosos, especialmente os primeiros compradores, que preferem imóveis prontos e evitam aqueles que precisam de reformas, devido à incerteza sobre os custos de materiais de construção. As taxas de juros para hipotecas aumentaram, dificultando a compra para quem precisa de financiamento. No entanto, investidores mais experientes estão vendo oportunidades e há um aumento no interesse por imóveis entre pessoas mais velhas que venderam ações e buscam novos investimentos.

O mercado imobiliário dos Estados Unidos enfrenta um momento crítico, com mais de 14% dos contratos de compra de imóveis cancelados recentemente, o maior índice desde 2020. A incerteza econômica e o aumento das taxas de juros de hipotecas são os principais fatores que têm levado compradores a desistirem de aquisições.

Um exemplo é o caso do corretor de imóveis de Los Angeles, Scott Price, que viu um cliente desistir da compra de uma casa apenas dois dias antes do fechamento. O comprador, preocupado com possíveis demissões em sua empresa, decidiu não arriscar e perdeu o depósito de 3%. Price afirmou que essa situação é incomum em sua carreira de duas décadas.

Entre março e abril de 2025, as vendas de casas usadas caíram 5,9%, o pior desempenho para o mês desde 2009. A expectativa era de que a temporada de compras de primavera trouxesse melhorias, mas as preocupações com uma possível recessão e a volatilidade do mercado de ações têm gerado cautela entre os compradores.

Primeiros compradores estão mais hesitantes, com muitos optando por imóveis prontos para morar, evitando aqueles que necessitam de reformas. A incerteza em relação aos custos de materiais de construção, impactados por tarifas sobre importações, também tem influenciado essa decisão.

Os juros das hipotecas têm subido, refletindo as oscilações do mercado financeiro. Após o anúncio de tarifas pelo governo, as taxas de empréstimos para imóveis aumentaram, dificultando ainda mais a compra para quem depende de financiamentos.

Por outro lado, alguns investidores mais experientes estão aproveitando a situação. Há um aumento no interesse por imóveis entre proprietários mais velhos que venderam ações e buscam alternativas de investimento em um cenário de incertezas.

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