O fundo imobiliário TRXF11, gerido por Gabriel Barbosa, anunciou que fará operações de antecipação de recebíveis que somam R$ 159 milhões. O fundo utiliza alavancagem, com 35% de seus ativos financiados por essa estratégia, para aumentar o valor para os cotistas. Atualmente, seus ativos estão avaliados em cerca de R$ 3,2 bilhões. A alavancagem vem de contratos de longo prazo que são transformados em Certificados de Recebíveis Imobiliários, e os recursos são usados para financiar obras e aquisições. Mais de 93% da receita do fundo vem de contratos que oferecem maior previsibilidade. O cap rate médio é de 8,5% ao ano, enquanto o custo da dívida é de 6,4%, o que ajuda a aumentar o retorno. Barbosa também mencionou que o fundo já teve alavancagem acima de 50% e que a gestão ativa é importante para manter a saúde financeira. O fundo está considerando novas captações para 2026, dependendo da demanda e do valor de mercado das cotas. A principal despesa prevista será a obra do Hospital Albert Einstein, o que deve diminuir a necessidade de recursos. Esses assuntos são discutidos no programa Liga de FIIs, disponível no YouTube.
O fundo imobiliário TRXF11, gerido por Gabriel Barbosa da TRX, anunciou recentemente operações de antecipação de recebíveis que totalizam R$ 159 milhões. A estratégia de alavancagem do fundo, que representa 35% de seus ativos, é central para a geração de valor aos cotistas. Atualmente, o fundo possui ativos avaliados em aproximadamente R$ 3,2 bilhões.
A alavancagem é baseada na antecipação de recebíveis de contratos atípicos de longo prazo, que são transformados em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Os recursos obtidos são utilizados para financiar obras e aquisições, especialmente em operações de sale & leaseback. Barbosa destaca que mais de 93% da receita do fundo provém de contratos atípicos, que oferecem maior previsibilidade e estabilidade.
O cap rate médio dos ativos do TRXF11 é de 8,5% ao ano, enquanto o custo médio da dívida é de 6,4%. Essa diferença permite ao fundo obter um yield on cost mais atrativo. Barbosa menciona que o fundo já teve alavancagem superior a 50% e que a gestão ativa é essencial para garantir a saúde financeira e a valorização dos ativos.
Novas captações estão em discussão para 2026, dependendo da demanda e do valor de mercado das cotas. Barbosa afirma que a equipe está avaliando continuamente a viabilidade de novas emissões ou antecipações de contratos ainda não securitizados. A principal despesa prevista para 2026 será a obra do Hospital Albert Einstein, o que deve reduzir a necessidade líquida de recursos.
Esses temas e outros relevantes sobre fundos imobiliários são discutidos semanalmente no programa Liga de FIIs, exibido no YouTube.
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