A Volvo Cars, que é uma fabricante de carros da Suécia controlada pela Geely da China, anunciou que vai cortar 18 bilhões de coroas suecas, cerca de 1,87 bilhão de reais, por causa de uma grande queda no lucro operacional no primeiro trimestre de 2025. O lucro caiu para 1,9 bilhão de coroas, bem menos do que os 4,7 bilhões do mesmo período do ano passado. A empresa está enfrentando menos vendas e planeja reduzir seus estoques até o final de 2024, além de lidar com problemas de câmbio e dificuldades no setor automotivo. O plano de cortes inclui diminuir investimentos e pode resultar em demissões, embora a empresa ainda não tenha dado detalhes sobre isso. Além disso, a Volvo não vai mais dar previsões financeiras para 2025 e 2026. A situação é complicada por tarifas de 25% que os Estados Unidos impuseram sobre carros importados, afetando também algumas peças. O CEO Håkan Samuelsson comentou que a indústria automotiva está passando por um momento muito difícil e que a empresa vai focar em lucro, eletrificação e regionalização no futuro.
A Volvo Cars, fabricante sueca de automóveis controlada pela Geely Holding da China, anunciou um plano de corte de custos de 18 bilhões de coroas suecas (aproximadamente R$ 1,87 bilhão) devido a uma queda acentuada no lucro operacional no primeiro trimestre de 2025. A empresa reportou um lucro operacional de 1,9 bilhão de coroas suecas, uma redução significativa em relação aos 4,7 bilhões de coroas do mesmo período do ano anterior.
Os resultados refletem uma redução nas vendas e um planejamento de diminuição de estoques para os últimos meses de 2024, além de efeitos adversos de câmbio e turbulências no setor automotivo. A Volvo informou que seu plano de ação de custos e caixa incluirá cortes em investimentos e possíveis redundâncias em suas operações globais. A empresa não especificou a escala das demissões, mas prometeu fornecer mais detalhes em breve.
Além disso, a Volvo Cars não fornecerá mais orientações financeiras para 2025 e 2026. A situação é agravada por tarifas de 25% impostas pelo governo dos Estados Unidos sobre veículos importados, que também afetarão algumas peças automotivas, como motores e transmissões, com a implementação prevista para 3 de maio. O CEO da Volvo, Håkan Samuelsson, destacou que a indústria automotiva enfrenta um período desafiador, com dificuldades sem precedentes. Ele afirmou que a direção futura da empresa se concentrará em lucro, eletrificação e regionalização.
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