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Mercado financeiro se recupera, mas Goldman Sachs alerta para riscos de recessão

O S&P 500 se recupera, mas Goldman Sachs alerta para riscos de recessão. Crescimento do emprego desacelera e PIB contrai, acendendo sinais de alerta.

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O mercado de ações está se recuperando, mas o Goldman Sachs alerta que ainda existem riscos de uma recessão. O S&P 500 subiu por seis dias seguidos e está quase estável em abril, após uma queda de 13,8% logo após o anúncio de tarifas em 2 de abril. Apesar dessa recuperação, a economista Vickie Chang diz que o mercado pode estar reagindo a menos riscos visíveis, mas isso não significa que a economia esteja forte. Dados recentes mostram que o crescimento do emprego está desacelerando e o PIB contraiu no primeiro trimestre, indicando que a economia já estava fraca antes das tarifas. A recuperação do mercado depende da confiança de que a economia não entrará em recessão, mesmo com dados econômicos que podem piorar. Além disso, a queda de 19% do S&P 500 este ano é menor do que em crises passadas, onde as quedas foram mais acentuadas.

O mercado de ações apresenta sinais de recuperação, mas o Goldman Sachs alerta para vulnerabilidades em um possível cenário de recessão. O S&P 500, após uma queda de 13,8% em abril, subiu por seis sessões consecutivas, reduzindo suas perdas. A recuperação ocorre em meio a um contexto econômico frágil, com a desaceleração no crescimento do emprego e a contração do PIB no primeiro trimestre.

A analista de macroeconomia do Goldman Sachs, Vickie Chang, observa que, embora o mercado esteja reagindo a uma diminuição do risco de tarifas, isso não garante que a economia esteja fora de perigo. “Historicamente, os mercados tendem a atingir o fundo próximo ao ponto mais baixo da atividade econômica,” afirmou Chang. Ela destaca que, mesmo com a diminuição da pressão tarifária, a economia já mostrava sinais de fraqueza antes do anúncio das tarifas em 2 de abril.

Os dados econômicos recentes, incluindo a contração do PIB e um relatório de empregos da ADP, indicam uma desaceleração no ritmo de contratações em abril. “A recuperação contínua do mercado depende da crença de que dinâmicas recessivas não se concretizarão,” acrescentou Chang. O S&P 500 registrou uma queda de 19% neste ano, considerada leve em comparação com quedas mais acentuadas em períodos de recessão, que, em média, foram de 47%.

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