A Prio, uma grande empresa de petróleo do Brasil, lançou um fundo de R$ 120 milhões chamado Prio Ventures. O objetivo desse fundo é investir em startups brasileiras que tragam inovações para a indústria de óleo e gás. A Prio será a única investidora do fundo, que será gerido pela Citrino Ventures, uma empresa ligada ao grupo Votorantim. O foco do investimento será em tecnologias que melhorem a eficiência das operações, incluindo áreas como produção, operações subaquáticas, sustentabilidade e transformação digital. O diretor de Novos Negócios da Prio, Bruno Menezes, destacou que a empresa está em um bom momento para apoiar novas tecnologias. O investimento em startups está crescendo no Brasil, representando quase 25% dos aportes na América Latina no primeiro semestre de 2024.
A Prio, petrolífera com sede no Rio de Janeiro e avaliada em R$ 31 bilhões, anunciou o lançamento do Prio Ventures, um fundo de R$ 120 milhões destinado a investir em startups brasileiras que desenvolvem inovações para a indústria de óleo e gás. O fundo será gerido pela Citrino Ventures, que pertence ao family office da família Ermírio de Moraes, controladora do grupo Votorantim.
O foco do Prio Ventures será em tecnologias que melhorem a eficiência operacional da empresa. Bruno Menezes, diretor de Novos Negócios da Prio, afirmou que a companhia está em um momento propício para fomentar a criação de novas tecnologias. “O fomento à inovação sempre fez parte da nossa estratégia”, destacou Menezes.
Entre as áreas de interesse do fundo estão startups que trabalham com soluções em desenvolvimento de produção, operações subsea (subaquáticas), sustentabilidade e transformação digital. Vitor Hugo Oscar, especialista em Corporate Venture Capital (CVC) da Prio, mencionou também o interesse em iniciativas relacionadas ao escoamento da produção e manutenção preditiva de ativos de petróleo.
O CVC tem se consolidado no Brasil, representando quase 25% dos investimentos na América Latina no primeiro semestre de 2024. Dez fundos de empresas brasileiras figuraram entre os 16 mais ativos na região, segundo dados da Associação de Investimento em Capital Privado na América Latina (Lavca).
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