Um ano após a grande tragédia no Rio Grande do Sul, que foi o maior sinistro da história do mercado de seguros no Brasil, as seguradoras viram um aumento nas contratações de seguros. Em 2023, as contratações cresceram 5,7%, especialmente em seguros patrimoniais e de transporte. No início de 2025, as contratações de seguros habitacionais subiram 51,9%, mesmo com uma queda de 9,8% em previdência privada. A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) sugeriu um seguro social de catástrofe para ajudar as pessoas afetadas, oferecendo R$ 5.000 por moradia. As indenizações também aumentaram, totalizando R$ 243 bilhões, com R$ 6 bilhões apenas para as inundações no Rio Grande do Sul. A CNseg está trabalhando em um sistema para entender melhor os riscos climáticos, já que eventos extremos têm se tornado mais frequentes.
Um ano após a tragédia no Rio Grande do Sul, que resultou no maior sinistro da história do mercado segurador brasileiro, as seguradoras observaram um aumento nas contratações de seguros. Em 2023, o estado registrou um crescimento de 5,7% na contratação de seguros, destacando-se os seguros patrimoniais e de transporte.
No início de 2025, as contratações habitacionais dispararam 51,9%, mesmo com uma queda de 9,8% em previdência privada. O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, afirmou que o evento trágico aumentou a percepção de risco e o interesse em seguros. As indenizações totalizaram R$ 243 bilhões, com R$ 6 bilhões relacionados a inundações no estado.
Propostas e Iniciativas
A CNseg propôs um seguro social de catástrofe, que indenizaria os afetados com R$ 5 mil por moradia, financiado por uma taxa mensal de R$ 2 a R$ 3 nas contas de serviços públicos. Além disso, a entidade busca ampliar o seguro rural para valores menores, a partir de R$ 100 mil.
Os dados mostram que, apesar do aumento nas contratações, as famílias do Rio Grande do Sul ainda enfrentam dificuldades financeiras. Oliveira destacou que o setor está desenvolvendo um hub de dados climáticos para aprimorar o cálculo de riscos das apólices, dada a crescente frequência de eventos climáticos extremos.
O cenário atual reflete uma mudança significativa na forma como as pessoas lidam com riscos, evidenciando a necessidade de uma maior proteção contra desastres naturais.
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