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Stephen Miran não convence investidores em reunião sobre tarifas na Casa Branca

Investidores reagem negativamente após Stephen Miran, assessor econômico de Trump, falhar em reunião sobre novas tarifas. Desempenho da bolsa é o pior em 50 anos.

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Stephen Miran, assessor econômico de Donald Trump, não conseguiu tranquilizar investidores em uma reunião recente após o anúncio de novas tarifas comerciais. O encontro, que ocorreu na Casa Branca, contou com representantes de grandes fundos de investimento, mas os comentários de Miran foram considerados confusos e incompletos. Ele defendeu que as tarifas afetariam mais os parceiros comerciais dos EUA do que os consumidores americanos, mas isso não convenceu os participantes. A reunião foi marcada por críticas à capacidade de Miran de lidar com as perguntas. Após o anúncio das tarifas, o mercado teve uma reação negativa, resultando no pior desempenho da bolsa americana em 50 anos. A Casa Branca afirmou que continua em contato com o setor privado e que suas decisões visam o interesse do povo americano.

O principal assessor econômico de Donald Trump, Stephen Miran, não conseguiu tranquilizar investidores em uma reunião realizada na última sexta-feira (25), após o anúncio de novas tarifas comerciais. O encontro, que ocorreu no edifício executivo Eisenhower, anexo à Casa Branca, contou com a presença de cerca de 15 representantes de fundos hedge, incluindo Balyasny, Tudor Group e Citadel.

Os comentários de Miran foram considerados “incoerentes” e incompletos pelos participantes. Uma fonte revelou que, ao responder perguntas, a situação se complicou. Outro participante o descreveu como “acima de sua capacidade”. Miran defendeu a posição do governo, afirmando que as tarifas devem impactar mais os parceiros comerciais dos Estados Unidos do que os consumidores americanos.

A Casa Branca, em resposta, afirmou que mantém contato regular com o setor privado e que todas as decisões visam o “melhor interesse do povo americano”. Apesar das críticas, um interlocutor expressou otimismo em relação à abordagem da administração Trump sobre desregulamentação e cortes de impostos.

A reação do mercado foi negativa após o anúncio das chamadas “tarifas recíprocas”. Dados do Financial Times indicam que os primeiros 100 dias de Trump na presidência resultaram no pior desempenho da bolsa americana em 50 anos.

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