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Vendas residenciais no Rio de Janeiro crescem, mas março registra queda significativa

Vendas residenciais no Rio de Janeiro cresceram 7% no primeiro trimestre de 2025, mas março teve o pior desempenho desde 2022. A alta da Selic e mudanças no comportamento do consumidor impactaram as vendas, que totalizaram 2.874 unidades no mês, o menor número em cinco anos. A participação de março nas vendas do trimestre foi de 31%, a mais baixa desde 2020. O coordenador estatístico do Secovi Rio, Maurício Eiras, aponta que o aumento dos custos de financiamento é o principal fator para essa queda.

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As vendas de imóveis residenciais no Rio de Janeiro cresceram 7% no primeiro trimestre de 2025, totalizando 9.268 unidades vendidas, em comparação com o mesmo período do ano anterior. No entanto, março foi o mês com o pior desempenho desde 2022, com apenas 2.874 apartamentos vendidos, uma queda em relação aos anos anteriores. A participação de março nas vendas do trimestre foi a menor desde 2020, representando 31% do total, enquanto em 2024 foi de 34,3% e em 2023 de 41,1%. Especialistas apontam que a alta da Selic, que aumentou os custos dos financiamentos, e mudanças no comportamento dos consumidores foram fatores que impactaram negativamente as vendas.

As vendas residenciais no Rio de Janeiro cresceram cerca de 7% no primeiro trimestre de 2025, totalizando 9.268 unidades vendidas, segundo dados da prefeitura compilados pelo Secovi Rio. No entanto, março registrou o pior desempenho desde 2022, com apenas 2.874 apartamentos comercializados, uma queda em relação a março de 2024, quando foram vendidas 2.976 unidades.

O desempenho de março de 2025 representa uma diminuição significativa em comparação aos últimos anos. Em 2023, foram 3.433 unidades vendidas e, em 2022, 2.638. A participação de março no total de vendas do trimestre foi de 31%, a menor desde 2020. Em anos anteriores, essa participação foi de 34,3% em 2024 e 41,1% em 2023.

Fatores Impactantes

O coordenador estatístico do Secovi Rio, Maurício Eiras, aponta que a reversão nas vendas pode ser atribuída a mudanças no comportamento do consumidor e instabilidades econômicas. O principal fator, segundo ele, é o aumento consecutivo da Selic, que elevou os custos dos financiamentos imobiliários. Essa situação influenciou diretamente a decisão de compra dos consumidores.

A alta da Selic tem gerado preocupações no setor imobiliário, que vinha se recuperando nos últimos anos. O cenário atual exige atenção, pois a combinação de fatores econômicos e mudanças nas preferências dos consumidores pode impactar ainda mais o mercado nos próximos meses.

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