As empresas de turismo e hotelaria no Algarve estão em busca de trabalhadores, mas ainda há uma grande falta de mão de obra. Atualmente, são necessários mais 100 mil funcionários na região. O presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve afirmou que, apesar de as empresas terem aumentado os salários desde a pandemia, os valores ainda não são suficientes para cobrir o alto custo de vida, com aluguéis que podem chegar a mil euros. Há dois anos, a estimativa era de uma falta de 45 mil trabalhadores no setor. Para ajudar, o governo lançou um programa de formação no turismo, que recebeu 5,3 mil inscrições, sendo 2,6 mil de brasileiros, mas só há 1,2 mil vagas disponíveis.
A escassez de mão de obra no setor turístico do Algarve se agrava, com a necessidade de mais 100 mil trabalhadores na região, segundo o presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), Hélder Martins. A situação se tornou crítica a pouco mais de um mês do início do verão europeu, quando as empresas começam a recrutar e treinar novos funcionários.
Após os impactos da pandemia de Covid-19, a estimativa anterior apontava para uma falta de aproximadamente 45 mil trabalhadores. Apesar de as empresas terem aumentado os salários, os valores ainda são insuficientes para cobrir o custo de vida na região. Martins destacou que os preços de aluguel variam entre € 800 e € 1 mil, dificultando a fixação de novos trabalhadores.
Para mitigar a crise, o governo lançou um programa de formação no setor turístico, que atraiu 5,3 mil candidatos de 75 países. Dentre eles, 2,6 mil são brasileiros, mas apenas 1,2 mil vagas estão disponíveis para o estágio oferecido. A competição por essas oportunidades é intensa, refletindo a urgência em suprir a demanda por mão de obra qualificada na área.
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