A Coca-Cola está enfrentando dificuldades em vários países, como Dinamarca e México, devido a boicotes relacionados a tensões políticas. Na Dinamarca, a marca perdeu consumidores para a Jolly Cola, uma marca local, que viu suas vendas crescerem 13 vezes. Isso aconteceu após declarações de autoridades americanas que geraram descontentamento entre os dinamarqueses. No México, as vendas da Coca-Cola caíram 5,4%, com a empresa atribuindo isso a tensões geopolíticas e ao sentimento antiamericano. Apesar dos boicotes, a Coca-Cola reportou lucros de US$ 3,33 bilhões no primeiro trimestre de 2025, um aumento de 5% em relação ao ano anterior. A empresa está tentando se distanciar da imagem americana, destacando suas operações locais e se apresentando como uma marca global.
A Coca-Cola enfrenta boicotes em diversos países, incluindo Dinamarca e México, devido a tensões políticas ligadas ao governo dos Estados Unidos. A rejeição à marca aumentou após declarações do ex-presidente Donald Trump, especialmente sobre a Groenlândia, que geraram indignação entre os dinamarqueses.
Recentemente, a Coca-Cola observou um crescimento no consumo de marcas locais, como a Jolly Cola, que teve um aumento de treze vezes nas vendas. O CEO da Carlsberg, Jacob Aarup-Andersen, confirmou a queda nas vendas da Coca-Cola, afirmando que há um boicote em torno das marcas americanas. A Coca-Cola, que produz suas bebidas na Dinamarca, alertou que o boicote impacta os trabalhadores locais.
No México, as vendas da Coca-Cola caíram 5,4%. A Femsa, responsável pela engarrafagem da marca no país, atribuiu a desaceleração às tensões geopolíticas e ao sentimento antiamericano, especialmente entre os consumidores hispânicos nos Estados Unidos, afetados por deportações em massa.
Apesar dos boicotes, a Coca-Cola reportou um lucro líquido de US$ 3,33 bilhões no primeiro trimestre de 2025, um aumento de 5% em relação ao ano anterior. O CEO da empresa, James Quincey, destacou que a marca está se mobilizando para se recuperar, enfatizando sua identidade como uma marca global com operações locais. Ele acredita que a estratégia de se apresentar como um produto nacional pode ser eficaz em mercados como Dinamarca e Canadá.
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