A CVS Health anunciou que teve um bom desempenho no primeiro trimestre, superando as expectativas de lucros e receitas. A empresa aumentou sua previsão de ganhos ajustados para o ano, mas reduziu a previsão de lucro por ação devido a um processo legal envolvendo sua subsidiária Omnicare. A unidade de seguros da CVS mostrou sinais de melhora, com uma redução na razão de benefícios médicos, indicando que a empresa está coletando mais em prêmios do que pagando em benefícios. O CEO David Joyner destacou que a empresa está se adaptando a custos médicos mais altos e monitorando possíveis impactos de tarifas sobre medicamentos. A CVS registrou um lucro líquido de 1,78 bilhão de dólares e vendas de 94,59 bilhões de dólares, com crescimento em todas as suas áreas de negócios, embora a divisão de farmácias tenha ficado abaixo das expectativas. A unidade de seguros teve uma receita de 34,81 bilhões de dólares, superando as previsões dos analistas. A CVS também anunciou que a Aetna, sua unidade de seguros, deixará de oferecer planos de saúde nas trocas do Affordable Care Act a partir de 2026.
CVS Health anunciou resultados positivos no primeiro trimestre de 2025, superando as expectativas de lucros e receitas. As ações da empresa subiram 7% nas negociações pré-mercado. A companhia agora projeta ganhos ajustados entre R$ 6 e R$ 6,20 por ação, um aumento em relação à previsão anterior de R$ 5,75 a R$ 6. No entanto, a previsão de lucro por ação (EPS) sob os princípios contábeis geralmente aceitos (GAAP) foi revisada para baixo devido a um processo legal envolvendo sua subsidiária de serviços farmacêuticos, a Omnicare.
A Omnicare foi considerada responsável por distribuir medicamentos sem prescrições válidas para idosos e deficientes em instituições de longa permanência. CVS planeja recorrer da decisão. A empresa mantém uma visão cautelosa para o restante do ano, citando custos médicos elevados e possíveis desafios econômicos. O CEO da CVS, David Joyner, afirmou que a empresa se preparou para tendências elevadas no mercado.
Melhora na Unidade de Seguros
A unidade de seguros da CVS, Aetna, apresentou sinais de recuperação, com a razão de benefícios médicos caindo para 87,3%, comparado a 90,4% no ano anterior. Essa redução indica que a empresa arrecadou mais em prêmios do que pagou em benefícios, aumentando a lucratividade. Joyner destacou que a melhoria se deve a um desempenho mais forte no setor de Medicare e melhores classificações de qualidade.
No primeiro trimestre, a CVS reportou um lucro líquido de R$ 1,78 bilhão, ou R$ 1,41 por ação, em comparação com R$ 1,12 bilhão ou R$ 0,88 por ação no mesmo período do ano anterior. As vendas totalizaram R$ 94,59 bilhões, um crescimento de 7% em relação ao ano anterior. Contudo, as vendas na divisão de farmácias não atenderam às expectativas do mercado.
Desafios e Expectativas
A divisão de seguros da CVS gerou R$ 34,81 bilhões em receita, um aumento de 8% em relação ao primeiro trimestre de 2024. Apesar disso, a unidade enfrentou um encargo de R$ 431 milhões relacionado a reservas de deficiência de prêmios, que refletem perdas esperadas para o ano de cobertura de 2025. A CVS também anunciou que a Aetna deixará de oferecer planos de saúde nos mercados da Lei de Cuidados Acessíveis a partir do ano de 2026.
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