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Eli Lilly se oferece para ajudar a enfrentar preocupações de segurança nacional sobre medicamentos essenciais

Eli Lilly se oferece para ajudar a resolver preocupações de segurança nacional sobre medicamentos, enquanto tarifas se aproximam.

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O CEO da Eli Lilly, Dave Ricks, afirmou que a empresa pode ajudar a resolver preocupações sobre a segurança nacional relacionadas à importação de medicamentos, especialmente com a possibilidade de tarifas sobre produtos farmacêuticos. O governo Trump iniciou uma investigação para entender como a importação de certos medicamentos pode afetar a segurança do país. Ricks destacou que muitos medicamentos essenciais são fabricados fora dos EUA, e a Eli Lilly já está investindo na produção interna. Ele acredita que as tarifas podem não ser a melhor solução e que a indústria já está tomando medidas para trazer a fabricação de volta ao país. Ricks mencionou que a maioria dos medicamentos prescritos nos EUA são genéricos, que são mais baratos, mas difíceis de produzir. Ele também comentou que tarifas sobre esses medicamentos poderiam fazer com que algumas empresas deixassem o mercado americano, aumentando a escassez de medicamentos essenciais. Além disso, ele pediu por taxas de impostos mais baixas para incentivar a produção nos EUA, já que muitos fabricantes estão se mudando para países com impostos mais baixos.

O CEO da Eli Lilly, Dave Ricks, afirmou que a empresa está disposta a colaborar com o governo dos Estados Unidos para abordar preocupações de segurança nacional relacionadas à importação de medicamentos. A declaração ocorreu em meio a uma investigação da administração Trump sobre como a importação de certos fármacos pode impactar a segurança do país, com a possibilidade de tarifas sobre produtos farmacêuticos.

Ricks destacou que as tarifas podem não ser a solução ideal e que a indústria farmacêutica já está investindo em aumentar a fabricação nos Estados Unidos. Ele mencionou que a Eli Lilly planeja investir pelo menos R$ 27 bilhões na construção de quatro novas fábricas no país. O CEO enfatizou a importância de trazer de volta a capacidade de produção de medicamentos essenciais, especialmente os genéricos, que representam cerca de 90% das prescrições nos EUA.

Embora reconheça a validade das preocupações de segurança nacional, Ricks questionou a eficácia das tarifas, afirmando: “Não estou tão certo de que tarifas sejam a resposta.” Ele expressou a disposição da Eli Lilly em dialogar com as autoridades sobre como a empresa pode ajudar em situações de emergência, ressaltando que a produção de medicamentos essenciais é complexa e foi deslocada para o exterior devido a políticas de custo.

Especialistas em saúde alertam que tarifas sobre medicamentos genéricos, que têm margens de lucro menores, podem forçar alguns fabricantes a deixar o mercado americano, o que poderia agravar a escassez de medicamentos críticos. Ricks também mencionou que a ameaça de tarifas já está incentivando investimentos em manufatura nos setores farmacêutico e de tecnologia, sugerindo que “não precisamos necessariamente implementar tarifas.”

Além disso, ele defendeu a necessidade de taxas de impostos permanentes mais baixas para a produção doméstica, o que poderia incentivar o retorno de indústrias que se deslocaram para países com impostos mais baixos.

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