A Gol Linhas Aéreas anunciou que chegou a um acordo com um grupo de credores que detém 8% de seus títulos prioritários, garantindo US$ 125 milhões em novos títulos. Esse valor faz parte do financiamento total de US$ 1,9 bilhão que a empresa busca para sua recuperação judicial nos Estados Unidos. Com esse novo compromisso, a Gol já assegurou pelo menos US$ 1,375 bilhão e espera concluir o processo até junho de 2025. O acordo elimina incertezas sobre o tratamento da dívida e aumenta as chances de aprovação do plano de reestruturação. Outros investidores também poderão participar, com a possibilidade de subscrever até US$ 50 milhões adicionais. O plano prevê uma redução significativa da dívida, com a conversão de até US$ 1,7 bilhão em dívidas financeiras e US$ 850 milhões em outras obrigações.
A Gol Linhas Aéreas anunciou um acordo com credores que detêm oito por cento dos títulos prioritários, garantindo US$ 125 milhões em novos títulos. O montante integra o financiamento total de US$ 1,9 bilhão que a companhia busca para sua recuperação judicial (Chapter 11) nos Estados Unidos. O acordo foi formalizado em fato relevante na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O grupo de credores, que possui a maior parte dos títulos emitidos pela Gol Finance com vencimento em 2026, assegura um suporte significativo para a aprovação do plano de reestruturação. Com esse novo compromisso, a Gol já garantiu US$ 1,375 bilhão do total necessário. A expectativa da companhia é concluir o processo até junho de 2025.
Detalhes do Acordo
O entendimento elimina incertezas sobre o tratamento da dívida no plano de reorganização. A Gol informou que outros investidores poderão participar do financiamento, com a possibilidade de subscrever até US$ 50 milhões adicionais. Os credores que não aderirem ao financiamento de saída receberão até US$ 100 milhões em novas notas, sem conversibilidade em ações.
O plano de reestruturação prevê uma redução significativa do endividamento, com a conversão ou extinção de até US$ 1,7 bilhão em dívidas financeiras e US$ 850 milhões em outras obrigações. A conversão de parte dos débitos em capital resultará em diluição da base acionária atual, mas os acionistas manterão direito de preferência, conforme a legislação brasileira.
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