A Bats é uma startup do Rio de Janeiro que aluga instrumentos musicais e foi criada em 2021 por Leonardo Nocito e Luiza Massari. Recentemente, a empresa conseguiu R$ 465 mil por meio de crowdfunding e planeja aumentar seu estoque de 2 mil para 5 mil instrumentos até dezembro. A Bats quer abrir operações em novas cidades até 2026 e espera alcançar R$ 2,5 milhões em receitas nesse ano. O serviço é voltado para estudantes e músicos amadores, com opções de aluguel que variam de mensal a anual. A empresa também permite que pessoas físicas coloquem seus instrumentos para aluguel, gerando renda extra. Além disso, a Bats está investindo em tecnologia e pode lançar um modelo de “mini IPOs” de instrumentos no futuro.
A Bats, startup carioca de aluguel de instrumentos musicais, captou R$ 465 mil por meio de crowdfunding e planeja expandir seu estoque de 2 mil para 5 mil instrumentos até dezembro. A meta é abrir operações em novas cidades até 2026.
Fundada em 2021 por Leonardo Nocito e Luiza Massari, a Bats surgiu após o retorno do casal da Malásia durante a pandemia. A empresa aluga instrumentos para estudantes e músicos amadores, com opções de assinatura mensal ou anual. O cliente pode optar por receber o instrumento em casa ou retirá-lo nos estoques da Bats, que atualmente opera em Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte.
O estoque da Bats é avaliado em mais de R$ 3 milhões, sendo que 60% dos instrumentos pertencem a pessoas físicas que os disponibilizam na plataforma. Nocito, que também é músico amador, destaca que a empresa se posiciona como uma “plataforma de bem-estar musical”. Ele observa que muitos clientes são pais que desejam introduzir seus filhos na música, e menciona a alta demanda por saxofones no Rio, especialmente durante o carnaval.
Expansão e Inovação
A captação recente permitirá à Bats investir em tecnologia e na aquisição de novos instrumentos. A empresa pretende atingir 15 mil itens até o final de 2026 e expandir suas operações para Brasília, Porto Alegre e Florianópolis. Nocito também menciona a possibilidade de realizar “mini IPOs” de instrumentos por meio da tokenização ainda em 2025.
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