A Bolsa brasileira teve um bom desempenho em abril, alcançando 135 mil pontos, mesmo com a instabilidade global causada pela guerra comercial entre os EUA e a China. Para maio, as corretoras estão recomendando ações do Itaú (ITUB4) e da Petrobras (PETR4). O Banco do Brasil (BBAS3) foi adicionado à lista, substituindo a Equatorial (EQTL3). O Itaú é visto como uma boa opção por seus resultados financeiros fortes e crescimento consistente. A Petrobras, apesar de ter sido afetada pela queda nos preços do petróleo, ainda é considerada uma boa escolha devido ao seu potencial de retorno. O Banco do Brasil foi incluído por seu bom valor de mercado, mesmo com um primeiro trimestre desafiador.
A Bolsa brasileira demonstrou resiliência ao fechar abril acima dos 135 mil pontos, mesmo diante da volatilidade global provocada pela guerra tarifária entre Estados Unidos e China. As corretoras adotam uma postura conservadora e indicam as melhores ações para maio.
Entre as recomendações, a ação do Itaú (ITUB4) se destaca como a mais recomendada, com a Petrobras (PETR4) ocupando a segunda posição. A Equatorial (EQTL3) foi substituída pelo Banco do Brasil (BBAS3) nas carteiras recomendadas, refletindo mudanças nas expectativas do mercado.
O Itaú é valorizado por seus resultados financeiros robustos e crescimento consistente no lucro líquido. A Terra Investimentos aponta que o valuation atual sugere um potencial de valorização para a ação, sustentado pela eficiência da administração em manter a rentabilidade.
A Petrobras, apesar de ter sido impactada pela queda nos preços do petróleo em abril, mantém uma tese de retorno total consistente. A Ágora projeta um dividend yield anual de 12%, mesmo em um cenário de preços mais baixos para a commodity.
Outras Recomendações
A mineradora Vale (VALE3) é vista com otimismo cauteloso pelo Santander, que prevê preços do minério de ferro sustentados acima dos US$ 100 por tonelada. O valuation da Vale é considerado atraente, com um EV/Ebitda projetado em 4,5x para 2025.
A Eletrobras (ELET6) é destacada pela sua significativa participação na capacidade de geração de energia do Brasil, o que a torna uma das empresas mais atraentes do setor a médio e longo prazo. O acordo com o governo sobre sua participação é visto como um passo positivo.
O Banco do Brasil, agora incluído na carteira recomendada, é justificado pelo BTG Pactual por seu valuation favorável, apesar de um primeiro trimestre desafiador. Analistas esperam que a instituição se beneficie da Selic elevada e do crescimento do PIB agropecuário ao longo do ano.
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