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Investidores da Casas Bahia rejeitam aumento de salários e apoiam conselho administrativo

Investidores da Casas Bahia apoiam executivos e rejeitam aumento de até 40% na remuneração, enquanto prejuízo de 2023 cai para R$ 1 bilhão.

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A reunião de investidores da Casas Bahia confirmou apoio aos executivos da empresa após Michael Klein, da família fundadora, sugerir voltar à presidência do conselho. No entanto, a proposta de aumentar em 30% a 40% os salários dos principais executivos foi rejeitada. A assembleia também aprovou as contas do ano passado, onde a empresa conseguiu reduzir seu prejuízo em 60%, totalizando cerca de R$1 bilhão. A reunião mostrou que Klein recuou em sua intenção de mudar a liderança da empresa. As ações da Casas Bahia subiram 1,3%, fechando a R$5,44, embora tenham caído 2,4% na sexta-feira. A proposta de aumento salarial incluía incentivos atrelados a metas de desempenho, mas a assembleia decidiu manter os salários no mesmo nível de 2024, com a remuneração total proposta de até R$69,8 milhões, sendo R$58,7 milhões para a diretoria.

A reunião de investidores da Casas Bahia, realizada na quarta-feira, confirmou apoio aos executivos da rede de varejo. O encontro ocorreu após Michael Klein, da família fundadora, ter sugerido retomar a presidência do conselho de administração. No entanto, a proposta de aumento de 30% a 40% na remuneração dos principais executivos foi rejeitada.

A assembleia também aprovou as contas da companhia, que conseguiu reduzir em 60% o prejuízo de 2023, totalizando cerca de R$ 1 bilhão. Segundo uma fonte anônima, a reunião representou um recuo de Klein em sua intenção inicial de mudar a cúpula da empresa, reafirmando o apoio ao atual conselho. A Casas Bahia não comentou sobre a reunião.

Klein havia formalizado um pedido para convocar uma assembleia extraordinária com o objetivo de reassumir a presidência do conselho, mas cancelou a solicitação uma semana depois. As ações da empresa fecharam em alta de 1,3%, cotadas a R$ 5,44, após uma valorização de até 2,4% durante o dia. Contudo, na sexta-feira, as ações apresentaram queda de 2,4%.

A assembleia decidiu manter a remuneração dos executivos no mesmo nível de 2024, rejeitando a proposta que previa um aumento significativo. A administração havia sugerido uma remuneração total de até R$ 69,8 milhões para este ano, com R$ 58,7 milhões destinados à diretoria estatutária. O valor proposto representava um aumento de 30% sobre os R$ 45 milhões sugeridos para 2024. A proposta rejeitada indicava um pagamento à diretoria de cerca de R$ 42 milhões.

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