O Banco Santander vendeu a maior parte de suas operações na Polônia para o Erste Group Bank, da Áustria, por cerca de US$ 7,91 bilhões. Com essa venda, o Santander, que está focado em crescer nas Américas, mantém uma pequena participação de 13% no Santander Bank Polska e planeja comprar a unidade de financiamento ao consumidor na Polônia. O Erste, por sua vez, adquiriu 49% do banco polonês e 50% da gestora de ativos Santander TFI, o que ajuda a expandir sua presença na Europa Central e Oriental. O Erste usará recursos internos para financiar a compra, cancelando um programa de recompra de ações. As ações do Erste subiram após o anúncio, enquanto as do Santander tiveram leve alta, mas a unidade polonesa viu suas ações caírem. A transação deve ser concluída até o final de 2025 e pode resultar em um ganho de capital significativo para o Santander.
O Banco Santander anunciou a venda de 49% do Santander Bank Polska e 50% da gestora de ativos Santander TFI para o Erste Group Bank, da Áustria, por US$ 7,91 bilhões. O acordo, fechado nesta segunda-feira, é parte da estratégia do Santander de reduzir sua presença na Europa e focar nas Américas.
O Erste Group Bank, que se tornará o maior credor da Europa Central e Oriental, usará recursos internos para financiar a compra, cancelando um programa de recompra de ações de € 700 milhões. O CEO do Erste, Peter Bosek, destacou que a aquisição permitirá ao grupo expandir sua base de clientes para 18 milhões fora da Áustria.
O Santander, que manterá uma participação de 13% no Santander Bank Polska, planeja usar parte dos recursos da venda para recomprar suas ações, com um total de € 3,2 bilhões em recompra programada. A transação deve resultar em um ganho de capital líquido de cerca de € 2 bilhões para o Santander, aumentando sua força de capital em 100 pontos-base.
As ações do Erste subiram até 7,6% nas negociações, enquanto as do Santander avançaram 0,40%. O Santander Bank Polska, listado separadamente, viu suas ações caírem 6,5%. A transação, que deve ser concluída até o final de 2025, é vista como parte de uma onda de consolidação no setor bancário europeu.
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