A Motiva, que antes se chamava CCR, teve um lucro líquido ajustado de R$539 milhões no primeiro trimestre, um aumento de 20,2% em relação ao ano passado. O Ebitda ajustado cresceu 14%, totalizando R$2,36 bilhões, e a receita líquida ajustada foi de R$3,73 bilhões, com um crescimento de 7,2%. A empresa melhorou o fluxo de veículos e passageiros, com destaque para o aumento no transporte de grãos e na movimentação em trens e aeroportos. No entanto, a alavancagem da Motiva subiu para 3,6 vezes, um pouco acima do limite desejado, devido a captações para novas concessões em São Paulo e Paraná. O presidente da empresa, Miguel Setas, afirmou que esses resultados são os melhores já registrados para o período e refletem a eficácia da estratégia adotada.
A Motiva (MOTV3), anteriormente conhecida como CCR, reportou lucro líquido ajustado de R$ 539 milhões no primeiro trimestre de 2025, um aumento de 20,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira e reflete a atuação da empresa em rodovias, ferrovias e aeroportos.
O Ebitda ajustado da companhia alcançou R$ 2,36 bilhões, com crescimento de 14% em comparação ao primeiro trimestre de 2024. A receita líquida ajustada foi de R$ 3,73 bilhões, representando um aumento de 7,2%. Esses resultados foram impulsionados por novas concessões e reestruturações no portfólio, incluindo o fim do serviço de barcas no Rio de Janeiro e a revisão contratual da MSVia.
Desempenho Operacional
O presidente-executivo da Motiva, Miguel Setas, destacou que os resultados do primeiro trimestre são os “melhores já registrados em nossa história” para o período. Ele afirmou que esses números reforçam a estratégia da empresa e renovam a confiança na trajetória seguida. O fluxo de veículos comerciais nas concessões rodoviárias melhorou, impulsionado pela colheita de soja e pelas exportações de grãos.
Nos segmentos de transporte, a Motiva registrou um aumento de 3,3% no volume de passageiros em trens, metrôs e VLTs, enquanto os aeroportos tiveram um crescimento de 7,2% em relação ao ano anterior.
Alavancagem e Investimentos
A empresa encerrou março com uma alavancagem de 3,6 vezes, ligeiramente acima do limite estipulado entre 2,5 e 3,5 vezes. Um ano antes, essa relação era de 3 vezes. O aumento na alavancagem foi atribuído a captações realizadas para concessões rodoviárias em São Paulo e no Paraná.
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