Marcos Troyjo, ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, afirmou que o Brasil pode assumir o papel de fornecedor de alimentos, substituindo os Estados Unidos e a China. Ele destacou que o Brasil tem a capacidade de atender à demanda global por alimentos, especialmente em um momento de tensões entre as potências. Troyjo também mencionou que os países emergentes, como o Brasil, terão um papel mais importante na economia mundial no futuro, superando nações como Alemanha e França. Essas declarações foram feitas durante um painel sobre a nova ordem mundial em um evento da Confederação de Agricultura e Pecuária.
O ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), Marcos Troyjo, afirmou que o Brasil pode substituir os Estados Unidos e a China como fornecedor de alimentos no mercado global. Durante o painel “Nova Ordem Mundial”, no evento promovido pela Confederação de Agricultura e Pecuária (CNA), ele destacou a importância dos países emergentes na nova ordem global.
Troyjo enfatizou que a China não deve usar a segurança alimentar como uma ferramenta nas negociações com os EUA. Ele acredita que o Brasil possui a agilidade necessária para atuar como um “substituto perfeito” para os fluxos alimentares que tradicionalmente vêm dos dois países. “O único país no mundo que tem a capacidade de funcionar quase como um substituto perfeito é o Brasil”, declarou.
Além disso, o ex-presidente do NBD mencionou que as principais forças de expansão global no futuro não serão países como Alemanha, França ou Coreia do Sul, mas sim grandes nações emergentes. Ele argumentou que isso pode levar a uma maior inclusão global.
Essas declarações foram feitas em um contexto de crescente tensão entre as potências globais, onde o papel do Brasil como fornecedor de alimentos pode se tornar ainda mais relevante.
Entre na conversa da comunidade