A Coterra Energy está diminuindo a perfuração de petróleo por causa da queda nos preços do petróleo e está focando mais na produção de gás natural. No primeiro trimestre, a receita foi de 1,9 bilhões de dólares, abaixo do esperado, e a empresa enfrenta problemas operacionais em algumas áreas do Texas, o que levou a uma queda de 8,5% nas ações. A empresa planeja reduzir o número de plataformas de perfuração no Texas e aumentar os investimentos em gás natural. Apesar de ter um bom fluxo de caixa livre, a previsão de retorno de capital aos acionistas pode ser afetada pela necessidade de pagar dívidas. Além disso, a Coterra está lidando com problemas em alguns poços que estão produzindo mais água do que o normal, mas acredita que isso pode ser resolvido em breve. A empresa espera aumentar a produção total, mas os investidores estão preocupados com o impacto dessas mudanças nos resultados futuros.
Coterra Energy anunciou uma redução na perfuração de petróleo devido à queda nos preços do barril, priorizando a produção de gás natural. A decisão foi divulgada junto com os resultados do primeiro trimestre, quando a receita atingiu R$ 1,9 bilhões, abaixo da expectativa de R$ 1,97 bilhões. As ações da empresa caíram 8,5% após a divulgação.
A companhia, que possui ativos diversificados em petróleo e gás, enfrenta desafios operacionais em algumas áreas do Texas, especialmente em Culberson County. A produção em um local chamado Harkey foi suspensa devido ao aumento no volume de água extraído, mas a empresa acredita que o problema é solucionável. O CEO Tom Jorden afirmou que a expectativa é retomar as operações em meses.
A Coterra também revisou suas projeções financeiras, reduzindo a previsão de fluxo de caixa livre para R$ 2,1 bilhões, uma queda de 22% em relação ao esperado. A empresa planeja destinar parte desse fluxo para o pagamento de dívidas, priorizando a redução de passivos em 2025. A expectativa é que a produção total aumente, impulsionada pela maior extração de gás natural, apesar da diminuição nos investimentos em petróleo.
A companhia opera atualmente com sete plataformas na Bacia Permiana, uma redução em relação ao plano anterior de dez. A produção de gás natural deve ser mantida, com a expectativa de um aumento na demanda a longo prazo, impulsionada por tendências como a exportação de gás natural liquefeito.
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