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Parque da Água Branca sofre mudanças e atrativos são fechados após privatização

Com a privatização do parque da Água Branca, comerciantes enfrentam aumento de aluguéis e queda de visitantes, enquanto atrações permanecem fechadas.

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O parque da Água Branca, em São Paulo, mudou de administração em 2022 e, desde então, perdeu atrações como o aquário e o museu, além de ter removido animais que antes circulavam livremente. A tradicional feira de produtos orgânicos, que começou em 1991, também foi deslocada para uma nova área do parque, mas os comerciantes estão enfrentando problemas. Eles relatam que os aluguéis aumentaram muito, passando de cerca de R$ 800 para quase R$ 2 mil, o que forçou alguns a aumentar os preços dos produtos. Além disso, a nova localização é considerada apertada e dificulta o trabalho dos feirantes. Muitos clientes, especialmente os de classes mais baixas, estão deixando de frequentar o parque, o que resultou em uma queda na frequência de visitantes. A concessionária que administra o parque já anunciou que a feira será transferida novamente em 2025 para uma nova área, na esperança de melhorar a situação.

O parque da Água Branca, em São Paulo, enfrenta mudanças significativas desde que passou a ser administrado pela concessionária Reserva Parques em 2022. A nova gestão resultou na remoção de animais e no fechamento de atrações, como o museu e o aquário.

Comerciantes da feira de produtos orgânicos, que ocorre no parque, relatam um aumento nos aluguéis e uma queda na frequência de visitantes. A feira, que começou em mil novecentos e noventa e um, foi deslocada para uma nova localização provisória, onde deve permanecer até dois mil e vinte e cinco. Os feirantes afirmam que o novo espaço é apertado e dificulta a movimentação.

Os custos de locação aumentaram drasticamente. Um agricultor, Edson Antônio Ruiz, mencionou que seu aluguel subiu de R$ 800,00 para quase R$ 2 mil. Outro apicultor, Júlio de Oliveira, também notou um aumento, passando de R$ 600,00 para R$ 1,7 mil. Para contornar a situação, os comerciantes elevaram os preços, mas tentaram não assustar os clientes.

Impacto na Frequência

Os feirantes observam uma diminuição de cerca de 20% no número de visitantes. A ausência de animais, que antes atraía muitos frequentadores, é uma das principais queixas. José Gonçalves, um dos comerciantes, destacou que a privatização tende a afastar clientes de classes mais baixas, que enfrentam custos adicionais, como estacionamento.

A concessionária Reserva Parques já anunciou que a localização atual da feira é temporária. Um novo projeto arquitetônico está sendo desenvolvido para transferir a feira para uma área próxima às arquibancadas do parque, com previsão de mudança até dois mil e vinte e cinco. A expectativa é que essa mudança melhore as condições para os comerciantes e a experiência dos visitantes.

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