As petroleiras independentes brasileiras, como PRIO, Brava Energia e PetroReconcavo, devem mostrar bons resultados no primeiro trimestre de 2025, segundo relatórios de instituições financeiras. A PRIO teve um aumento na produção e nas vendas, com uma média de 109,3 mil barris por dia, 25% a mais que no trimestre anterior. A receita líquida da PRIO deve chegar a US$ 657 milhões, com um Ebitda de US$ 446 milhões. A Brava Energia também deve ter um desempenho positivo, com uma produção de 71 mil barris por dia, um aumento de 80% em relação ao trimestre anterior, e uma receita líquida estimada de R$ 3 bilhões. A PetroReconcavo, por sua vez, deve apresentar um crescimento mais modesto, com uma produção média de 27,3 mil barris por dia e uma receita líquida de R$ 858 milhões. No setor de distribuição, a Vibra Energia deve ver aumento nas margens, enquanto a Ultrapar pode ter resultados levemente positivos. A Braskem, no setor petroquímico, deve melhorar após um desempenho fraco no final de 2024. As análises destacam que a recuperação operacional e a estabilização dos custos são fatores importantes para o desempenho financeiro das empresas.
As petroleiras independentes brasileiras, como PRIO, Brava Energia e PetroReconcavo, devem apresentar resultados operacionais positivos no primeiro trimestre de 2025 (1T25). Relatórios de prévia de instituições financeiras, como XP Investimentos, Bank of America (BofA) e Itaú BBA, indicam crescimento nas receitas e lucros, apesar da pressão dos preços do petróleo.
A PRIO (PRIO3) destaca-se com uma produção média de 109,3 mil barris por dia, um aumento de 25% em relação ao trimestre anterior. As vendas também cresceram, totalizando 10,2 milhões de barris comercializados, um avanço de 43%. A XP estima uma receita líquida de US$ 657 milhões e um Ebitda de US$ 446 milhões. O BofA projeta um Ebitda de US$ 476 milhões, enquanto o Itaú BBA estima US$ 475 milhões.
Resultados da Brava Energia
A Brava Energia deve apresentar um desempenho ainda mais expressivo, com uma produção total de 71 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/d), representando um crescimento de 80%. A XP prevê uma receita líquida de R$ 3 bilhões e um Ebitda de R$ 1,08 bilhão. O BofA é mais otimista, projetando um Ebitda de R$ 1,195 bilhão, impulsionado pela normalização das operações nos campos de Papa-Terra e Atlanta.
A PetroReconcavo (RECV3) deve apresentar crescimento mais modesto, com uma produção média de 27,3 mil boe/d e uma receita líquida de R$ 858 milhões. O Ebitda projetado é de R$ 418 milhões. O BofA estima números semelhantes, enquanto o Itaú BBA prevê uma receita de R$ 872 milhões.
Setor de Distribuição e Refino
No segmento de distribuição e refino, a Vibra Energia (VBBR3) deve registrar expansão das margens, com um Ebitda ajustado de R$ 1,703 bilhão e lucro líquido de R$ 590 milhões. A Ultrapar (UGPA3) pode ter um resultado levemente positivo, com um Ebitda ajustado de R$ 1,378 bilhão.
A Braskem (BRKM5) deve apresentar melhora após um desempenho fraco no final de 2024, com um Ebitda estimado em US$ 274 milhões, um aumento de 185% em relação ao ano anterior. As análises destacam que a recuperação operacional e a estabilização dos custos são fatores chave para o desempenho financeiro no trimestre.
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