A Bahia Asset Management está se destacando no mercado financeiro brasileiro, especialmente com títulos públicos que acompanham a inflação, conhecidos como NTN-B. A gestora identificou uma oportunidade nas diferenças entre as taxas de NTN-Bs de curto e longo prazo, prevendo que a curva de juros vai se achatar. Eles acreditam que a inflação alta vai fazer o Banco Central manter a Selic em um nível mais elevado do que o esperado. A Bahia Asset está vendendo NTN-Bs de prazos mais curtos e comprando as de 5 e 6 anos, além de apostar na valorização do real em relação ao dólar. O gestor Thiago Mendez comentou que o Brasil pode se sair bem na guerra comercial iniciada pelos EUA, já que a economia é mais fechada e menos afetada por tarifas. Ele também acredita que a Selic deve ser mais alta do que o mercado prevê. A gestora está focada em posições que se beneficiam da queda do dólar e considera a renda variável menos atraente em comparação com os juros reais das NTN-B. Até agora, o fundo Bahia AM Marau FIC teve um retorno de 5,8% no ano, superando o CDI, que foi de 4,2%.
A Bahia Asset Management está apostando em títulos públicos atrelados à inflação, as NTN-B, em um cenário de pressão inflacionária. A gestora identificou uma oportunidade na diferença entre as taxas de NTN-Bs de curto e longo prazo, prevendo um achatamento da curva de juros. A expectativa é que a Selic permaneça em níveis mais altos do que o mercado projeta.
Thiago Mendez, sócio e gestor de renda fixa e multimercados da Bahia Asset, afirmou que a inflação elevada, impulsionada pela atividade econômica, forçará o Banco Central a manter a Selic em patamares elevados por um período prolongado. A gestora está vendendo NTN-Bs de curto prazo e comprando aquelas com vencimentos de cinco e seis anos.
Mendez também comentou sobre a resiliência da economia brasileira frente à guerra comercial iniciada pelos Estados Unidos. Ele acredita que o Brasil, com uma economia mais fechada, pode sofrer menos com tarifas. A curva de juros atualmente precifica um aumento de 0,50 ponto percentual na Selic nas próximas reuniões, mas Mendez discorda, prevendo uma Selic mais alta.
A Bahia Asset, que administra R$ 3,5 bilhões, também está posicionada para se beneficiar da valorização do real em relação ao dólar. A gestora observa que o Tesouro Nacional aumentou a emissão de títulos, criando uma reserva para enfrentar possíveis turbulências futuras. O fundo Bahia AM Marau FIC teve um retorno de 5,8% no ano, superando o CDI, que foi de 4,2%.
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