A Movida (MOVI3) teve um bom desempenho no primeiro trimestre de 2025, com lucro líquido de R$ 78,5 milhões, um aumento de 61,5% em relação ao ano anterior. O Ebitda, que mede o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, foi de R$ 1,388 bilhão, crescendo 26,3%. A receita líquida também subiu, alcançando R$ 3,56 bilhões, um crescimento de 18,1%. A empresa ajustou sua estratégia de compras, negociando apenas 40% do volume de veículos que normalmente compraria, devido a um cenário econômico desafiador. No segmento de gestão de frotas, a receita aumentou 37,9%, totalizando R$ 993 milhões. O CEO da Movida, Gustavo Moscatelli, destacou que a empresa conseguiu aumentar os preços de aluguel de carros sem perder demanda, o que ajudou a melhorar os resultados. A taxa de ocupação da frota foi de 71,7%, mas a receita média por carro subiu 7,5%. A Movida também vendeu 25 mil carros seminovos, gerando R$ 1,7 bilhão em receita, um aumento de 10,7%.
A Movida (MOVI3) registrou lucro líquido de R$ 78,5 milhões no primeiro trimestre de 2025, um aumento de 61,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado foi impulsionado pela recomposição de preços e uma nova estratégia de renovação de frota. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) alcançou R$ 1,388 bilhão, com crescimento de 26,3%.
A receita líquida da empresa atingiu R$ 3,56 bilhões, um avanço de 18,1% em comparação ao primeiro trimestre de 2024. O CEO da Movida, Gustavo Moscatelli, destacou que a estratégia de aumento de preços no segmento de locação de veículos (rent a car – RAC) foi um dos principais fatores para o crescimento. “Aumentamos o preço no RAC em 21% trimestre contra trimestre”, afirmou.
No segmento de gestão de frotas (GTF), a receita líquida cresceu 37,9%, totalizando R$ 993 milhões. A representatividade do GTF na receita total foi de 53%, alinhando-se à meta da empresa de aumentar os investimentos nesse setor. Moscatelli mencionou que a companhia agora destina 60% do capital para o GTF, que oferece maior previsibilidade e menos volatilidade.
A Movida também ajustou sua estratégia de compras, negociando apenas 40% do volume necessário de veículos, uma mudança em relação ao padrão anterior de 70% a 75%. Essa decisão foi tomada devido ao ambiente econômico desafiador e à volatilidade dos preços dos carros. O CEO afirmou que as condições de negociação com as montadoras estão “tão boas quanto no pré-pandemia”.
A empresa encerrou o trimestre com uma frota total de 257 mil carros e vendeu 25 mil veículos seminovos, gerando R$ 1,7 bilhão em receita líquida nesse segmento. A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda, recuou para 3,07 vezes, refletindo os esforços de redução de custos e disciplina financeira.
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