Os CEOs no Brasil não tiveram aumento de salários pelo segundo ano consecutivo, segundo uma pesquisa da Page Executive. Em 2023 e 2024, os salários se mantiveram estáveis, com algumas variações. Para empresas que faturam mais de R$ 1 bilhão, o salário mínimo é de R$ 80 mil por mês, o mesmo valor do ano anterior. A pesquisa ouviu 600 executivos de alta liderança no Brasil e 2.000 na América Latina. Apesar da estabilidade nos salários, as empresas estão sendo cuidadosas na retenção de líderes que possam gerar resultados e engajar equipes. A pesquisa também mostrou que os CFOs tiveram um aumento no piso salarial de R$ 50 mil para R$ 80 mil em empresas com faturamento entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão. Outros cargos, como CTOs e CHROs, mantiveram salários entre R$ 30 mil e R$ 60 mil, sem mudanças. Diretores de Operações tiveram uma leve alta no piso salarial, enquanto os CCOs mostraram estabilidade. O estudo foi realizado entre outubro de 2024 e fevereiro de 2025.
Pelo segundo ano consecutivo, os CEOs no Brasil não tiveram aumento salarial. A pesquisa de remuneração da Page Executive, realizada entre outubro de 2024 e fevereiro de 2025, indica que os salários se mantiveram estáveis para os anos de 2023 e 2024. O levantamento abrangeu 600 profissionais da alta liderança no Brasil e 2.000 executivos da América Latina.
Para empresas com faturamento acima de R$ 1 bilhão, o salário mínimo de um CEO é de R$ 80 mil por mês, valor que se mantém igual ao de 2023. A pesquisa revelou que os salários fixos médios dos principais cargos C-Level, como CFOs, CTOs e CHROs, também permaneceram estáveis, com variações pontuais.
Os CFOs, responsáveis pelas finanças, apresentaram um aumento no piso salarial de R$ 50 mil para R$ 80 mil em empresas com faturamento entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão. Já os diretores de Operações (COOs) tiveram uma leve alta no piso salarial nas empresas de maior porte, que varia de R$ 45 mil a R$ 80 mil.
A pesquisa reflete a cautela do mercado, segundo Paulo Dias, diretor da Page Executive. Ele destaca que as revisões salariais estão sendo feitas com prudência, e as mudanças nos salários estão mais ligadas a contextos específicos de cada empresa. A retenção de líderes estratégicos é uma prioridade, especialmente em ambientes econômicos desafiadores.
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