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Diversidade impulsiona inovação e empreendedorismo no Brasil, destacando mulheres e negros

Diversidade no empreendedorismo brasileiro cresce com mulheres e negros em destaque. Banco do Brasil e L’Oréal investem em inclusão e inovação.

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O Brasil está vendo um aumento no número de mulheres e negros no empreendedorismo, impulsionado por novas tecnologias e redes sociais. Durante o Web Summit Rio, Tarciana Medeiros, presidente do Banco do Brasil, anunciou que 40% dos empréstimos do banco para pequenas empresas são destinados a negócios liderados por mulheres. O banco também ajustou seus critérios de análise de risco para considerar fatores como o segmento de atuação e a resiliência dos empreendedores. Apesar disso, muitos negros e mulheres ainda estão no setor informal. O fundo Sororitê Ventures foi criado para investir em startups com fundadoras mulheres, destacando que ignorar esse público é uma perda de oportunidades financeiras. Bianca Andrade, da marca Boca Rosa, enfatizou a importância de ouvir seus seguidores para o sucesso do negócio, que oferece uma ampla gama de produtos para diferentes tons de pele. A L’Oréal lançou um programa para apoiar influenciadores negros, após perceber que a maioria não se sentia representada nas redes sociais. Após a primeira edição do programa, 70% dos influenciadores foram contratados por marcas da L’Oréal. A falta de diversidade já gerou críticas, como no caso da influenciadora Mariana Saad, que se comprometeu a melhorar a diversidade em sua nova linha de produtos.

O Brasil está vivenciando uma transformação no empreendedorismo, com mulheres e negros assumindo papéis de destaque. Essa mudança é impulsionada por inovações tecnológicas e o uso de redes sociais, além de uma crescente formalização de negócios.

Durante o Web Summit Rio, a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, anunciou que 40% dos empréstimos destinados a pequenas empresas são concedidos a negócios liderados por mulheres. O banco ajustou seus modelos de análise de risco para considerar fatores como segmento de atuação e resiliência. Tarciana destacou que as mulheres tendem a formalizar seus negócios mais rapidamente que os homens, embora ainda sejam maioria entre os empreendedores informais.

Investimentos em Diversidade

A indústria de capital de risco também está se adaptando a essa nova realidade. O fundo Sororitê Ventures, criado no ano passado, possui R$ 25 milhões para investir em startups com pelo menos uma mulher entre os fundadores. Erica Fridman, sócia do fundo, afirmou que “quem não investe nas mulheres está perdendo dinheiro”.

Bianca Andrade, fundadora da marca de maquiagem Boca Rosa, ressaltou a importância de ouvir sua comunidade para o crescimento do negócio. A marca se destacou por oferecer uma diversidade de tons de pele, desenvolvendo 28 das 50 cores de base para atender pessoas negras.

Iniciativas de Representação

A L’Oréal também se uniu a essa tendência, lançando em 2024 o programa Beleza Mais Diversa. O objetivo é apoiar influenciadores negros, após um estudo indicar que 98% dos negros brasileiros não se sentiam representados nas redes sociais. Marcelo Zimet, presidente da L’Oréal no Brasil, afirmou que a falta de criadores negros no mercado prejudica a conexão com o consumidor.

Após a primeira edição do programa, 70% dos criadores foram contratados por marcas da L’Oréal. A influenciadora Mariana Saad, que enfrentou críticas pela falta de diversidade em sua marca Mascavo, afirmou que está focada em desenvolver produtos que garantam um portfólio mais inclusivo.

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