Cerca de 30 entidades da pesca e aquicultura no Brasil enviaram uma carta durante a COP30, pedindo que essas atividades sejam incluídas no Fundo Clima para obter melhores condições de financiamento. O documento foi criado em um evento em Belém, que teve mais de 6.600 participantes. As entidades sugerem ações para promover o desenvolvimento sustentável da pesca e aquicultura, especialmente na Amazônia. Elas querem que essas atividades sejam reconhecidas como de baixo carbono, ajudando na produção de alimentos e na geração de empregos, além de preservar a floresta. Também pedem a capacitação de profissionais e mais investimento na cadeia produtiva. Os organizadores acreditam que a COP30 é uma chance importante para destacar o papel do Brasil e da Amazônia nas soluções para os problemas climáticos e alimentares.
Cerca de trinta entidades do setor de pesca e aquicultura assinaram uma carta durante a COP30, Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, solicitando a inclusão dessas atividades no Fundo Clima. O objetivo é garantir melhores condições de financiamento para promover o desenvolvimento sustentável e a geração de empregos.
O documento foi elaborado em um evento internacional realizado em Belém, que reuniu mais de seis mil e seiscentos participantes. As entidades propõem medidas estruturantes para a sustentabilidade da pesca e aquicultura no Brasil, especialmente na Amazônia. Entre as sugestões estão a inclusão dessas atividades nas políticas de governos e órgãos de fomento como iniciativas de baixo carbono.
Além disso, a carta pede a formação e capacitação de profissionais, a abertura de novas frentes de trabalho e o aumento de investimentos na cadeia produtiva. Os organizadores destacam que a COP30 representa uma oportunidade histórica para colocar o Brasil e a Amazônia no centro das soluções globais para os desafios climáticos e alimentares.
Altemir Gregolin, presidente do IFC Amazônia e ex-ministro da Pesca e Aquicultura, afirma que a Carta de Belém é um marco importante. Ele ressalta que a Amazônia pode oferecer respostas reais para os desafios climáticos, enfatizando que a preservação florestal deve ser acompanhada de um desenvolvimento responsável.
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