O Reino Unido fechou um acordo comercial com os Estados Unidos, sendo o primeiro país a fazer isso. Os índices de ações nos EUA subiram, mas o FTSE 100 do Reino Unido caiu. O acordo inclui uma tarifa de 10% sobre as importações do Reino Unido e uma redução nas tarifas de veículos exportados para os EUA. Além disso, o Banco da Inglaterra cortou as taxas de juros para 4,25%. Apesar do acordo, muitos acreditam que ele é mais vantajoso para os EUA, já que a tarifa de 10% sobre as importações britânicas permanece. O governador do Banco da Inglaterra alertou que a incerteza econômica ainda persiste, mesmo com o novo acordo.
O Reino Unido se tornou o primeiro país a firmar um acordo comercial com os Estados Unidos. O anúncio gerou reações mistas nos mercados financeiros: enquanto os índices americanos subiram, o FTSE 100 do Reino Unido fechou em queda.
O acordo prevê uma tarifa de 10% sobre as importações do Reino Unido e a redução de tarifas em veículos exportados para os EUA. O presidente dos EUA, Donald Trump, destacou que a tarifa de 10% será o piso para as tarifas. Apesar das concessões, como a redução nas tarifas para os primeiros 100 mil veículos exportados, o acordo parece favorecer mais os EUA, que já possuem um superávit comercial com o Reino Unido.
O Banco da Inglaterra também anunciou a redução da taxa de juros para 4,25%, uma medida esperada após a desaceleração da inflação, que caiu para 2,6% em março. A decisão foi apoiada por cinco dos nove membros do comitê de política monetária do banco.
A reação dos mercados foi imediata. Os índices americanos, como o S&P 500, subiram 0,58%, enquanto o FTSE 100 caiu 0,32%. O governador do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, alertou que a incerteza econômica persiste, mesmo com o novo acordo. Ele afirmou que a situação tarifária adiciona complexidade à economia britânica, que é bastante aberta ao comércio global.
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