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Correios registram prejuízo de R$ 2,6 bilhões em 2024, o maior desde 2016

Correios enfrentam prejuízo de R$ 2,6 bilhões em 2024, com apenas 15% das agências lucrativas e foco em investimentos sustentáveis.

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Os Correios tiveram um prejuízo de R$ 2,6 bilhões em 2024, mais de quatro vezes o valor do ano anterior, que foi de R$ 633 milhões. Essa é a primeira vez desde 2016 que a empresa registra um prejuízo tão alto. Apenas 15% das agências são lucrativas, enquanto 85% operam no vermelho. Apesar disso, os Correios afirmam que garantem acesso a serviços postais em todos os municípios do Brasil. Os investimentos da empresa aumentaram para R$ 830 milhões em 2024, totalizando R$ 1,6 bilhões desde 2023, com foco na sustentabilidade e na compra de novos veículos. A empresa destaca que a sustentabilidade será uma prioridade em suas operações.

Os Correios registraram um prejuízo de R$ 2,6 bilhões em 2024, conforme as demonstrações financeiras divulgadas nesta sexta-feira. Este valor representa mais de quatro vezes a perda de R$ 597 milhões registrada em 2023. A empresa revisou os resultados do ano anterior, ajustando o déficit para R$ 633 milhões.

Este é o primeiro prejuízo bilionário da empresa desde 2016, quando o déficit foi de R$ 1,5 bilhão, corrigido para R$ 2,3 bilhões em valores atualizados. Apenas 15% das agências dos Correios são lucrativas, enquanto 85% operam no vermelho. A empresa destaca que, apesar das dificuldades financeiras, mantém o compromisso de garantir acesso universal aos serviços postais em todos os municípios do Brasil.

Os investimentos da empresa aumentaram para R$ 830 milhões em 2024, totalizando R$ 1,6 bilhão desde 2023, quando uma nova gestão assumiu. A maior parte dos recursos foi direcionada à aquisição de novos veículos, alinhando-se à transição ecológica proposta pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A empresa reafirma que a sustentabilidade será um tema central em suas operações futuras.

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