Em abril, os Estados Unidos arrecadaram US$ 16 bilhões em tarifas alfandegárias, o maior valor em uma década, ajudando a reduzir temporariamente o déficit orçamentário. Esse aumento de 130% em relação ao ano anterior se deve à política tarifária do presidente Donald Trump, que anunciou tarifas sobre diversos países, exceto a China, onde um acordo foi feito para reduzir as alíquotas. Apesar do aumento nas receitas, o déficit acumulado no ano fiscal chegou a US$ 1,05 trilhão, 13% maior do que no mesmo período do ano passado, impulsionado por altos custos de juros da dívida pública e gastos com programas sociais como Medicare e Previdência Social. Além das tarifas, os impostos especiais de consumo também aumentaram, em parte devido a um novo imposto sobre recompra de ações.
No mês de abril, os Estados Unidos registraram US$ 16 bilhões em arrecadação de tarifas alfandegárias, o maior valor em uma década. Esse aumento, de 130% em relação ao ano anterior, contribuiu para uma leve redução no déficit orçamentário, que alcançou US$ 1,05 trilhão nos primeiros sete meses do ano fiscal.
O Departamento do Tesouro dos EUA atribui o crescimento na arrecadação à política tarifária do presidente Donald Trump, que implementou tarifas “recíprocas” sobre diversos países. No entanto, espera-se que esses valores diminuam à medida que acordos comerciais sejam firmados. Em um entendimento recente, Estados Unidos e China concordaram em reduzir tarifas por um período de 90 dias.
Além das tarifas, os impostos especiais de consumo também aumentaram, somando US$ 10 bilhões nos últimos sete meses. Essa elevação é atribuída a um novo imposto sobre recompra de ações, parte da Lei de Redução da Inflação, implementada em 2022. Apesar do aumento nas receitas, os gastos com juros da dívida pública e programas sociais, como Medicare e Previdência Social, continuam a pressionar o orçamento.
O déficit orçamentário, embora tenha sido contido em abril, ainda é 13% maior do que no mesmo período do ano anterior. O governo americano enfrenta desafios significativos devido aos altos custos de juros, que totalizaram US$ 89 bilhões em abril, representando a segunda maior categoria de despesas.
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