Wesley Batista, do grupo J&F, afirmou que o Brasil deveria discutir como crescer entre 4% e 5% ao ano, destacando que o país tem potencial para mais do que os atuais 2,5% a 3%. Ele comparou a economia brasileira à americana, elogiando o espírito empreendedor dos brasileiros e a capacidade de lidar com a complexidade tributária e trabalhista. Batista também elogiou as reformas da Previdência e tributária, mas criticou a alta taxa de juros que gera um grande déficit nominal. Apesar disso, ele se mostrou otimista com o futuro do Brasil. As declarações foram feitas durante um painel em Nova York, que discutiu oportunidades e desafios para as empresas brasileiras no cenário global, com a presença de autoridades e empresários importantes.
Wesley Batista, acionista controlador do grupo J&F, afirmou que o Brasil deveria discutir um crescimento de 4% a 5% ao ano. Durante o painel “Presença Global das Companhias Brasileiras”, realizado em Nova York, ele destacou que o crescimento atual de 2,5% a 3% não reflete o potencial do país.
O empresário comparou a economia brasileira à americana, ressaltando o perfil empreendedor da população e a capacidade dos empresários de lidar com a complexidade tributária e trabalhista. Batista elogiou as reformas da Previdência e tributária, mas criticou a alta taxa de juros real, que gera um déficit nominal significativo.
Apesar dos desafios, Batista expressou otimismo em relação ao futuro econômico do Brasil. O evento, que ocorreu no Hotel St. Regis, contou com a presença de autoridades e empresários, incluindo o governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, e o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, que fez a palestra de abertura.
Os debates abordaram temas de política, economia e direito internacional, focando nas oportunidades e desafios que o Brasil enfrenta no cenário global. O painel também teve a participação de outros empresários, como Ricardo Faria e Fabio Carvalho.
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