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Fórum Mundial de Economia Circular discute soluções para crise climática em São Paulo

Fórum Mundial de Economia Circular em São Paulo destaca a urgência da circularidade para enfrentar a crise climática e gerar empregos.

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O Fórum Mundial de Economia Circular acontece em São Paulo, reunindo líderes globais para discutir como a economia circular pode ajudar a enfrentar a crise climática e criar empregos. O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, destacou que a economia circular é essencial para reduzir emissões de carbono e que o Brasil está sendo reconhecido por suas políticas ambientais. O evento, que vai até sexta-feira, reúne cerca de mil convidados e inclui palestras sobre inovação, sustentabilidade e descarbonização. O governo brasileiro já lançou uma Estratégia Nacional de Economia Circular e um Plano Nacional para avançar nessa área. Especialistas afirmam que a mudança para uma economia circular é necessária para lidar com a crescente extração de recursos e a produção de resíduos, que devem aumentar significativamente nos próximos anos.

O Fórum Mundial de Economia Circular (WCEF) começou em São Paulo, reunindo líderes globais para discutir a transição de um modelo linear de produção para um modelo circular. O evento, que ocorre até sexta-feira, dia 16, destaca a importância da economia circular na luta contra a crise climática e na geração de empregos.

O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, afirmou que a economia circular é uma ferramenta essencial para mitigar as mudanças climáticas. Ele ressaltou que o evento é uma oportunidade para negócios e comunidades, enfatizando a necessidade de ação imediata. O diretor do Fundo de Inovação da Finlândia (Sitra), Kristo Lehtonen, também destacou a relevância do fórum, afirmando que a circularidade pode gerar milhões de empregos.

O evento conta com a participação de cerca de mil convidados, incluindo representantes de governos, empresas e sociedade civil. As conferências abordam temas como inovação, sustentabilidade, descarbonização da economia e regeneração de ecossistemas. O governo brasileiro, por sua vez, avança com uma Estratégia Nacional de Economia Circular, lançada no ano passado, e um Plano Nacional de Economia Circular, aprovado recentemente.

A ex-ministra do Meio Ambiente da Colômbia, Suzana Muhamad, criticou a exploração de petróleo na Amazônia e defendeu a necessidade de um sistema que priorize a vida. O secretário de Economia Verde do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Rodrigo Rollemberg, destacou que o processo regulatório é o primeiro passo para a implementação da economia circular no Brasil.

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