A Starbucks está avaliando suas operações na China, onde enfrenta forte concorrência de empresas locais como Luckin Coffee e Cotti Coffee. A empresa entrou em contato com investidores para discutir a possibilidade de vender uma parte de seus negócios no país. Embora a Starbucks tenha mais de 7.750 lojas na China e tenha gerado cerca de US$ 740 milhões em receita líquida recentemente, a Luckin Coffee teve uma receita maior de US$ 1,2 bilhão no mesmo período. A empresa pode decidir não seguir adiante com a venda. O CEO da Starbucks, Brian Niccol, afirmou que a empresa continua comprometida com o mercado chinês e vê potencial de crescimento, mencionando que está aberta a parcerias para melhorar seus negócios na região.
A Starbucks está avaliando suas operações na China, seu segundo maior mercado, em meio a uma crescente concorrência local. A empresa, que possui mais de 7.750 lojas no país, já havia alertado sobre pressões macroeconômicas e competitivas, especialmente com o surgimento de rivais como Luckin Coffee e Cotti Coffee.
Recentemente, a Starbucks contatou investidores, incluindo empresas de private equity e tecnologia, para discutir uma possível venda de participação em seus negócios na China. As cartas foram enviadas por meio de um consultor financeiro, buscando opiniões sobre como expandir suas operações. A avaliação dos ativos pode alcançar bilhões de dólares.
A receita líquida da Starbucks na China foi de US$ 740 milhões no trimestre até março, enquanto a Luckin Coffee reportou US$ 1,2 bilhão no mesmo período. Espera-se que os potenciais investidores apresentem feedback nas próximas semanas, embora a Starbucks possa optar por não realizar um acordo.
O CEO da Starbucks, Brian Niccol, afirmou que a empresa continua comprometida com o mercado chinês a longo prazo, destacando o potencial de crescimento. Em outubro, Niccol mencionou que a empresa estava explorando parcerias para fortalecer sua presença no país. A Starbucks já viu suas ações caírem 25% desde o pico em fevereiro.
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